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cultivo de camarão
Camarão, Cultivos, Estufas, Zanatta

Criação de camarão em estufas, valor agregado garantido.

Criação de camarão em estufas, valor agregado garantido Criação de camarão em estufas: valor agregado e segurança produtiva A criação de camarão em estufas vem se consolidando como uma alternativa altamente rentável e segura para os produtores aquícolas. Uma das principais inovações desse modelo produtivo é o uso do sistema de bioflocos, caracterizado por um cultivo intensivo em ambiente protegido, dentro de estufas agrícolas. Atualmente, a produção de camarão em cativeiro é responsável por aproximadamente 90 mil toneladas anuais, enquanto a pesca extrativa representa cerca de 10 mil toneladas. A produção de camarão em estufas permite significativa economia de água e pode reduzir os custos de produção em até 30%, tornando o sistema mais sustentável e competitivo. A técnica de criação de camarão em estufas O uso de estufas na criação de camarão é relativamente recente no Brasil. Seu desenvolvimento ganhou força com a chegada do vírus da mancha branca, que obrigou os produtores a adotarem novas estratégias produtivas, como o encurtamento dos ciclos extensivos e o uso de berçários e raceways. Paralelamente, o cultivo em bioflocos aliado ao uso de estufas durante todo o ciclo produtivo passou a ser adotado. O controle ambiental proporcionado pelas estufas trouxe maior segurança ao produtor, permitindo maior adensamento, redução da área utilizada, economia de água, atendimento às exigências ambientais e regularidade no fornecimento ao longo do ano. Com o tempo, a criação de camarão em estufas se consolidou e hoje já é realidade na maioria das fazendas produtoras do país. Aceitação do sistema de cultivo em estufas Com a crescente necessidade de cobertura de berçários, raceways e viveiros, empresas especializadas passaram a desenvolver projetos específicos para a criação de camarão em estufas. A Zanatta, tradicional fornecedora de estufas agrícolas no Brasil, foi uma das pioneiras nesse segmento. A adaptação exigiu o desenvolvimento de estruturas diferentes daquelas usadas em outros nichos agrícolas, levando a empresa a trabalhar em conjunto com os produtores para compreender suas necessidades e criar soluções específicas. Como resultado, foram desenvolvidas estufas circulares e retangulares, adequadas para diferentes tamanhos de berçários, raceways e viveiros de engorda. Benefícios da criação de camarão em estufas A principal vantagem da criação de camarão em estufas é a segurança produtiva. O controle ambiental proporciona maior previsibilidade dos resultados, permitindo a produção de camarões maiores, com melhor valor de mercado. Além disso, o produtor deixa de ficar refém de vendas emergenciais, comuns em sistemas tradicionais, reduzindo a pressão de compradores e melhorando o poder de negociação. Outro benefício importante é o aumento da produtividade. O uso de berçários e raceways cobertos reduz o tempo de permanência dos camarões em viveiros abertos, aumenta o índice de sobrevivência e possibilita mais ciclos produtivos ao ano. Em sistemas intensivos, já se registram densidades de até 600 a 700 animais por metro quadrado, valores dezenas de vezes superiores aos sistemas extensivos. Como consequência, a produção de camarão em estufas reduz significativamente o volume de efluentes, trazendo ganhos ambientais relevantes. Além disso, o sistema permite a criação de camarão em regiões mais frias, aproximando a produção do mercado consumidor e garantindo um produto mais fresco e de maior qualidade. O desenvolvimento dos projetos de estufas Os projetos voltados à criação de camarão em estufas ainda estão em constante evolução. Inicialmente, foi necessário realizar benchmarking em outros países e adaptar as experiências à realidade climática brasileira. Questões como tipo de plástico, nível de transmissão de luz, controle térmico da água e diferenças entre cultivos em água doce e salobra foram sendo respondidas de forma empírica ao longo do tempo. Atualmente, a técnica está em estágio avançado, mas ainda apresenta potencial para melhorias contínuas. Investimento e retorno na criação de camarão em estufas Embora a criação de camarão em estufas exija investimento inicial, principalmente na infraestrutura, a segurança da produção garante o retorno financeiro. Muitas dessas estruturas podem ser financiadas com prazos de até 10 anos, enquanto sua vida útil supera esse período. O camarão possui ciclo curto, o que proporciona entradas de caixa frequentes e maior previsibilidade financeira ao produtor. Sistema de produção: caso de sucesso Um exemplo bem-sucedido de criação de camarão em estufas é a Expopesca Aquicultura, localizada em Cascavel (CE). A área produtiva conta com viveiros berçários, viveiros de engorda, bacias de recirculação e tratamento de água, utilizando sistemas semi-intensivos e superintensivos. O manejo inclui monitoramento diário de parâmetros físico-químicos da água, controle biológico de algas e bactérias, além de protocolos rigorosos de sanidade e desempenho zootécnico. A produtividade média alcança cerca de 4,0 t/ha/ciclo no sistema semi-intensivo e 20 t/ha/ciclo no sistema superintensivo, com fator de conversão alimentar próximo de 1,5:1. Espécie cultivada A espécie mais utilizada na criação de camarão em estufas é o Litopenaeus vannamei, reconhecida por sua rusticidade, rápido ganho de peso e alta adaptação a diferentes sistemas de cultivo, além de menor exigência de proteína animal na dieta. Incrementos tecnológicos e controle ambiental Os sistemas utilizam aeradores mecânicos e tanques revestidos com geomembrana de PEAD, facilitando a remoção de matéria orgânica e a desinfecção entre ciclos. Nos sistemas superintensivos, os viveiros são cobertos por estufas agrícolas com filme plástico, garantindo temperatura da água acima de 29 °C e baixa variação térmica fator essencial para altas densidades de estocagem e para a prevenção de doenças como o vírus da mancha branca. Comercialização e sucesso do sistema A comercialização segue o padrão do mercado de camarão fresco, com venda antecipada e transporte refrigerado para mercados atacadistas e indústrias do Sul e Sudeste do país. O sucesso da criação de camarão em estufas depende do equilíbrio entre genética, nutrição e manejo, além de controle rigoroso de todos os processos produtivos. Autores:Volnei Lanfredi – Diretor Operacional da Zanatta Estufas AgrícolasDiego Maia Rocha – Biólogo e sócio-diretor da SynbiAqua Cultivos Aquáticos Ltda Fonte: Revista Campo e Negócio 👉 Conheça os 10 maiores benefícios da criação de camarão em estufas!

estufa agricola
Cultivos, Estufas, Flores, Florestal e mudas, Hortaliças, Morango, Pimentão, Tomate, Zanatta

Estufa agrícola, condições favoráveis para cultivos diversos.

Estufa agrícola, condições favoráveis para cultivos diversos. Estufa agrícola, condições favoráveis para cultivos diversos. A estufa agrícola foi introduzida no Brasil nos anos 1980 pela Petroquímica Triunfo, com a intensão de difundir o uso do filme de polietileno de baixa densidade aditivado anti-UV. Esse filme tinha como principal qualidade a durabilidade, quando exposto ao sol. O aditivo permitia que ficasse exposto durante períodos de até quatro anos, desde que não houvesse outros danos físicos. O modelo de estufa inicial proposto para difusão do plástico foi construído com madeira, em sua maioria com toras de eucalipto, e com alguns caibros e ripas para fixação do filme plástico. A construção era simples e rústica, tendo sido bastante difundida pelos vários órgãos de extensão rural, especialmente na região sul do Brasil. Pretensões Com esses conhecimentos houve intensão de não chamar as estruturas de estufas, visto que o chamado ‘efeito estufa’ não ocorria, pois a cobertura de plástico é transparente em mais de 90% e a radiação de onda é longa (radiação que aquece o ar). Outras nomenclaturas foram tentadas, como ‘ambiente protegido’, porém, o nome estufa plástica se manteve forte e é utilizado até hoje. Apesar de não ter obtido sucesso com a redução do frio interno, muitos locais de pesquisa e produção verificaram que outras qualidades e benefícios a estrutura proporcionava, como redução de danos pelo vento, chuva ou granizo, aumento da taxa de crescimento vegetal (área foliar e altura de planta), características de sabor beneficiadas, além de outras vantagens. A evolução das estruturas Com o maior conhecimento dos benefícios, as recomendações de uso de estufas foram mudando, como por exemplo, a recomendação para a produção de tomates durante o período de maior preço de mercado que não era possível durante os períodos mais frios no Sul do Brasil. Verificou-se que o maior valor se encontrava em dois períodos. Para produção nessas épocas, o cultivo dentro das estufas facilitava atingir altas produtividades com duas épocas de cultivo. A dificuldade de produzir nessas épocas era devido a temperaturas baixas no Sul e temperaturas elevadas e com chuvas no Centro do Brasil. Outra característica favorável às estufas foi o cultivo de folhosas e de algumas espécies de hortaliças com ciclo mais longo, como pimentões coloridos e morango, e espécies de fruteiras suscetíveis a doenças, como framboesa e outras que não apresentavam qualidade adequada. Resultados de pesquisas Com as observações colhidas em vários locais do Brasil, salientou-se outros benefícios do uso de estufas para cultivo, além dos inicialmente propostos. O uso de estufas se difundiu em todo o nosso País e em quase todos os cultivos, devido aos benefícios alcançados pelos produtores. No Norte como protetor de chuvas, no Nordeste como redutor de radiação e ventos, no Centro como um protetor de condições adversas na produção de hortaliças, bem como no uso de produção fora do solo (vários tipos de hidroponia), como elemento isolante da precipitação nesses sistemas. Alguns trabalhos de pesquisa concluíram que a maior umidade relativa do ar, menor radiação solar e menor demanda atmosférica melhoram as condições hídricas da planta mostradas pelo maior potencial de água em seus tecidos, refletindo em maior área foliar e maior condutância estomática, características relacionadas às plantas de sombra, como aumento da vida útil das folhas em sua capacidade fotossintética. Benefícios garantidos Todas as características apresentadas demonstram que existe uma grande proteção da estufa sobre as plantas, determinando uma maior resistência a patógenos, o que, por sua vez, determina uma redução no potencial de infecção de várias doenças, facilitando o cultivo de várias culturas, inclusive a redução ou eliminação de agrotóxicos. O cultivo em estufas facilita o manejo das plantas, visando o controle de doenças, o que também permite ou amplia o uso de produtos alternativos não tóxicos ou de menor toxicidade para manejo de doenças. Esse benefício do uso de estufas talvez seja o maior dentre as várias facilidades proporcionadas pelo seu uso. Algumas culturas, como o morangueiro, que já não eram mais cultivadas em algumas regiões tradicionais do Sul do Brasil, foram modificadas com a possibilidade de cultivo fora do solo em ambientes protegidos, com estufas permitindo que a produção voltasse a ser tão ou mais importante. O cultivo orgânico Apesar de algumas normativas da produção orgânica ou natural não recomendarem o uso de plásticos, verificou-se que o cultivo orgânico cresceu com os benefícios das estufas, principalmente no controle de patógenos. Nem todas as doenças e pragas são eliminadas, porém, várias técnicas e acessórios indicados para uso nas estufas facilitam o controle dessas pragas, como ventilação forçada, uso de tela contra insetos indesejáveis, controle de irrigação, uso de cultivo em substratos artificiais, irrigação localizada, sombreamento e outros, com uso de automação de variáveis climáticas. O manejo de estufas pode ser desde o mais simples, com recomendações de evitar o molhamento das plantas e ventilar ao máximo, até manejos mais sofisticados em ambientes automatizados, controlando temperaturas, umidade relativa, CO 2, radiação solar ou complementação luminosa, etc. 5 dicas na escolha da estufa ideal Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. estufa agrícola | estufa agrícola estufa agrícola | estufa agrícola

estufa de cannabis
cannabis, Cultivos, Estufas, Zanatta

Produção de cannabis em estufas agrícolas

Produção de cannabis em estufas agrícolas Produção de cannabis em estufas agrícolas A Cannabis sativa é uma planta que historicamente gera debates quando o assunto envolve seus benefícios e possíveis malefícios. No entanto, à medida que as pesquisas científicas avançam, cresce também o reconhecimento dos efeitos positivos da cannabis, especialmente no contexto medicinal. Diversos estudos comprovam que a cannabis e seus derivados possuem propriedades terapêuticas importantes, auxiliando no tratamento de dores crônicas, insônia, náuseas, perda de apetite e efeitos colaterais de terapias agressivas, como a quimioterapia. Por esse motivo, a cannabis medicinal vem ganhando espaço em diferentes países. Cannabis medicinal e legislação No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regulamentou, em 2019, o uso de produtos à base de cannabis para fins medicinais. Entre os principais compostos utilizados estão o THC (tetra-hidrocanabinol) e o CBD (canabidiol). Apesar dessa regulamentação permitir a importação e comercialização de produtos derivados, o cultivo em território nacional ainda é proibido, salvo por decisões judiciais específicas. Por esse motivo, a produção de cannabis ocorre principalmente em países onde o cultivo é autorizado. Cultivo de ao redor do mundo Em países como o Uruguai, Canadá e algumas regiões dos Estados Unidos e da Europa, o cultivo de cannabis é legalizado e regulamentado. Nessas localidades, produtores buscam constantemente técnicas que aumentem a produtividade, a qualidade e a previsibilidade das colheitas. O cultivo em campo aberto, apesar de mais barato, apresenta diversas limitações. A planta fica vulnerável às condições climáticas, pragas, doenças e variações de temperatura e umidade, fatores que impactam diretamente a produtividade e a padronização do produto final. Por que investir em estufas agrícolas? É nesse cenário que o cultivo de cannabis em estufas agrícolas se destaca como uma solução altamente eficiente. As estufas agrícolas permitem criar um ambiente controlado, reduzindo riscos e aumentando o desempenho da planta. O uso de estufas agrícolas possibilita controlar fatores essenciais como: Temperatura Umidade relativa do ar Incidência solar Ventilação Fotoperíodo Esse nível de controle garante plantas mais saudáveis, ciclos mais curtos e maior previsibilidade de produção. Cultivo protegido x cultivo indoor O cultivo indoor de cannabis, muito comum em pequenas produções, depende exclusivamente de iluminação artificial, geralmente com lâmpadas de sódio de alta pressão ou LEDs. Embora eficiente, esse sistema possui custos elevados com energia elétrica e refrigeração. Já o cultivo em estufas agrícolas combina o melhor dos dois mundos: aproveita a luz solar natural e permite complementação com iluminação artificial quando necessário. Isso resulta em maior eficiência energética e melhor desenvolvimento das plantas. Benefícios do cultivo em estufas agrícolas Entre os principais benefícios, destacam-se: Possibilidade de mais de uma colheita por ano. Redução de perdas causadas por clima extremo Maior controle fitossanitário Padronização da produção Aumento da produtividade por metro quadrado Melhor qualidade dos florescimentos Além disso, o cultivo protegido permite adaptar a produção a diferentes regiões climáticas, respeitando sempre a legislação local. Controle ambiental no cultivo As estufas agrícolas possibilitam o uso de sistemas avançados de controle climático. No cultivo em estufas agrícolas, é comum a integração de tecnologias como: Sistemas de aquecimento Refrigeração evaporativa Ventilação forçada Controle de umidade Sistemas de blackout para controle do fotoperíodo Esses recursos são fundamentais para induzir corretamente as fases vegetativa e de floração da cannabis, garantindo maior eficiência produtiva. Estufas agrícolas Para atender às demandas específicas do cultivo de cannabis em estufas agrícolas, é essencial escolher estruturas adequadas. As estufas devem oferecer resistência, durabilidade e flexibilidade para instalação de sistemas tecnológicos. A Zanatta Estufas Agrícolas desenvolve modelos específicos que podem ser utilizados no cultivo de cannabis, entre eles: ZannaLeve ZannaTrel MaxiVent ZannaShadow Cada modelo atende a diferentes necessidades de cultivo, desde pequenos projetos até produções em larga escala. Sistemas complementares  Além da estrutura da estufa, o cultivo de cannabis exige sistemas complementares para maximizar os resultados. Entre eles estão: Sistemas de aquecimento Sistemas de refrigeração Iluminação complementar Sistemas de escurecimento (blackout) Automação climática Esses recursos permitem um controle preciso do ambiente, fator decisivo para o sucesso do cultivo de cannabis em estufas agrícolas. Produção com mais segurança e qualidade A utilização de estufas agrícolas reduz significativamente os riscos associados ao cultivo, oferecendo maior segurança ao produtor. É possível planejar melhor a produção, reduzir desperdícios e atender padrões rigorosos de qualidade exigidos pelo mercado medicinal. Esse modelo de produção também favorece a rastreabilidade, algo cada vez mais importante para mercados regulamentados. Conclusão O cultivo de cannabis em estufas agrícolas representa uma evolução tecnológica no setor agrícola, unindo sustentabilidade, eficiência e alta produtividade. Em países onde o cultivo é legalizado, essa prática já se consolidou como um dos métodos mais eficientes para a produção de cannabis medicinal. Com o avanço das pesquisas e da regulamentação, a tendência é que o cultivo protegido de cannabis continue crescendo, impulsionado pela busca por qualidade, controle e segurança produtiva Estufas da Zanatta Estufas Para o cultivo de Cannabis em sistemas protegidos, podem ser utilizados quatro diferentes categorias de estufas Zanatta, sendo elas a ZannaLeve, ZannaTrel, MaxiVent, ZannaShadow, além dos sistemas de controle de clima como: Aquecimento, Refrigeração, Iluminação e sistema Black-out de Escurecimento. Clique para conhecê-los e saber mais sobre suas vantagens e especificidades. Para dúvidas e orçamento entre em contato conosco. Clique aqui e veja o depoimento do Ivan e Pablo da empresa Vira-vira

hidroponia pode aumentar a produtividade
Cultivos, Estufas, Hortaliças, Zanatta

Hidroponia pode aumentar a produtividade em até 50%

Hidroponia pode aumentar a produtividade em até 50% Hidroponia pode aumentar a produtividade em até 50% Hidroponia pode aumentar a produtividade em até 50%. Hidroponia é o meio pelo qual cultivam-se plantas sem o uso do solo em um ambiente protegido. As plantas são acondicionadas em canaletas, ou vasos com material inerte, onde passa uma solução nutritiva com todos os nutrientes essenciais para o bom desempenho da cultura. Quanto aos tipos de sistemas hidropônicos, podem ser classificados em fechados e abertos, assim como a forma de circulação da solução nutritiva no meio. No sistema abertos não haverá retorno ao reservatório da solução nutritiva após a irrigação das plantas ela é dispensada. Nos sistemas fechados, ou circulantes, há um bombeamento da solução nutritiva para os canais de cultivo, que após irrigar as plantas é drenada de volta para o reservatório. Vantagens sem fim O sistema hidropônico apresenta uma grande vantagem em relação ao cultivo convencional, pois no mesmo o cultivo não está sujeito ao uso do solo, o que permite à planta um menor gasto de energia, já que ela não precisará procurar por nutrientes.  Este já será disponibilizado a ela de forma regulada e precisa, o que torna as plantas mais produtivas em relação às suas características morfológicas, com menos área de raiz, maior comprimento de parte aérea, raízes mais limpas e um encurtamento no ciclo de produção dessas culturas, o mais forte atrativo para o uso dessa técnica. Por ser preciso na aplicação de nutrientes, o encurtamento no ciclo de produção é notório e muito proveitoso, uma vez que retirando cedo a cultura para comercialização, uma nova cultura é implantada, sem perda de tempo. Além disso a mão de obra é bem menor em relação ao cultivo convencional, o que reduz drasticamente os custos, por não necessitar de uma demanda diária de pessoas fazendo limpeza de daninhas eventuais no cultivo.  Outra grande vantagem trata-se de um melhor controle fitossanitário, pois, por ser um cultivo protegido, impede a entrada de insetos vetores de doença. Culturas beneficiadas As folhosas foram as primeiras culturas beneficiadas por essa técnica, entretanto, com o avançar dessa tecnologia já podemos ver algumas hortaliças-fruto sendo cultivadas, como o tomate, além de cereais, frutas e flores.  Mas, ainda temos como principal cultura beneficiada por essa técnica a alface, uma espécie de ciclo rápido e que tem boa adaptabilidade a esse meio de cultivo, assim como a rúcula, agrião, salsa, entre outras. Outra hortaliça que vem ganhando espaço no meio hidropônico é o jambu (Spilantes oleraceae L.), cultura bastante consumida na região norte do País, principalmente próximo a algumas datas festivas da região e que vem ganhando cada vez mais o gosto por quem a consome, exigindo um crescente aumento na sua produção. Por ser uma técnica que apresenta boa segurança na produção, de fácil manejo, além de produzir com maior rapidez, esta tornou-se uma ótima aposta para o cultivo desta hortaliça, agregando valor e confiança pela entrega de um excelente produto e de altíssima qualidade ao consumidor final. Produtividade elevada ao máximo Plantas cultivadas em sistema hidropônico devem receber corretamente as medidas de nutrientes necessários para um bom desenvolvimento. Por isso, para obter o máximo de produtividade é importante se atentar à necessidade da cultura implantada. Em termos de produtividade, com o auxílio desta técnica conseguimos alcançar até 50% a mais em produtividade em relação ao cultivo convencional, pois ao implanta um sistema hidropônico, o responsável deve se atentar às medidas corretas de manejo, evitando erros que possam ocasionar em deficiência na produção. A principal vantagem que a técnica de hidroponia traz para o produtor é o aumento da produtividade que varia de 30 a 50%, em relação ao cultivo convencional. Ascenção A hidroponia é uma técnica que se encontra atualmente em ascensão, e por isso precisa ser mais difundida e discutida em meio à comunidade produtora, a fim de que possa ser melhor explorada.  A produção de eventos e palestras que resultem os benefícios da hidroponia e todas as suas vantagens é um meio válido e necessário para que haja uma evidência maior desta promissora tecnologia. Em uma estufa com uma área de 357m² em projeto NFT de 7,0x51m é possível conseguir uma quantidade aproximada de 5.600 pés de alface/mês.  Convertidos em espécie, pode-se arrecadar, vendendo cada alface a R$1,50, um rendimento estimado de R$ 8.400,00/mês, o que, em um curto prazo, quitaria o investimento na construção de uma estufa de hidroponia. Pelos cálculos, observa-se ser esta uma técnica com bom proveito em relação ao custo-beneficio, mas isso, deve sempre ser avaliado nas condições de mercado e parcerias efetuadas, para que a quantidade seja realmente demandada e o produtor possa obter o lucro estimado. Fonte: Revista Campo e Negócio Confira também 9 pontos fortes do cultivo hidropônico; hidroponia: atividade em expansão Conheça o nossa loja online e adquira tela antiafídeo para o seu telado.Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. Hidroponia pode aumentar a produtividade Hidroponia pode aumentar a produtividade Hidroponia pode aumentar a produtividade Hidroponia pode aumentar a produtividade Hidroponia pode aumentar a produtividade   Hidroponia pode aumentar a produtividade em até 50% | Hidroponia pode aumentar a produtividade em até 50% | Hidroponia pode aumentar a produtividade em até 50%

filme difusor de luz
Cultivos, Estufas, Zanatta

Filme difusor de luz, quando usá-lo?

Filme difusor de luz, quando usá-lo?   Filme difusor de luz em estufas: mais produtividade, uniformidade e eficiência no cultivo protegido O filme difusor de luz em estufas é uma tecnologia cada vez mais utilizada no cultivo protegido, especialmente em culturas de alto valor e plantas de porte elevado. Sua principal função é melhorar a distribuição da radiação solar dentro do ambiente protegido, proporcionando condições mais equilibradas para o desenvolvimento das plantas. Ao contrário dos filmes plásticos convencionais, o filme difusor possui aditivos especiais que transformam a luz solar direta em luz difusa, permitindo que ela se espalhe de forma uniforme por todo o interior da estufa. Esse processo reduz áreas de sombra e evita que plantas mais altas prejudiquem o crescimento das demais. Como funciona o filme difusor de luz em estufas O funcionamento do filme difusor de luz em estufas está baseado na modificação da radiação solar incidente. Em vez de permitir a entrada de raios solares diretos e concentrados, o filme promove a difusão da luz, espalhando-a em diferentes direções. Esse efeito faz com que a luz alcance camadas mais baixas do dossel das plantas, favorecendo folhas que normalmente receberiam pouca radiação. Como resultado, ocorre um aumento da taxa fotossintética, melhor aproveitamento da energia solar e crescimento mais uniforme das culturas. Benefícios da luz difusa no cultivo protegido A luz difusa apresenta inúmeras vantagens para o cultivo em estufas agrícolas. Entre os principais benefícios do filme difusor de luz em estufas, destacam-se: Distribuição mais homogênea da luz Redução do autossombreamento Melhor aproveitamento da radiação solar Diminuição da temperatura sobre o dossel das plantas Redução do estresse térmico Aumento da eficiência fotossintética Esses fatores contribuem diretamente para o aumento da produção e produtividade, além de melhorar a qualidade final dos frutos e flores. Culturas mais indicadas para o uso do filme difusor O uso do filme difusor de luz em estufas é altamente recomendado para culturas de porte alto e com grande área foliar. Entre as principais culturas beneficiadas estão: Tomate Pepino Pimentão Pimenta Flores de corte Plantas ornamentais de alto valor Essas culturas tendem a formar áreas de sombra dentro da estufa, mesmo quando estão corretamente espaçadas. O filme difusor ajuda a minimizar esse problema ao distribuir melhor a luz entre as plantas. Autossombreamento e crescimento vegetativo excessivo Plantas com grande massa foliar e crescimento vigoroso podem apresentar excesso de sombreamento, prejudicando a fotossíntese em partes da planta. Esse problema pode ser agravado por erros de manejo, como o excesso de adubação nitrogenada. Quando há mais nitrogênio do que o necessário, a planta direciona energia para o crescimento vegetativo, produzindo muitas folhas em detrimento da floração e frutificação. Esse desequilíbrio reduz a eficiência produtiva e pode resultar em queda na produtividade. O filme difusor de luz em estufas atua como um aliado importante nesses casos, ajudando a compensar os efeitos negativos do sombreamento excessivo. A importância do manejo aliado à tecnologia Apesar dos inúmeros benefícios, é fundamental destacar que o filme difusor de luz em estufas não atua sozinho. O sucesso da produção agrícola depende de um conjunto de práticas bem executadas. O verdadeiro diferencial na agricultura está no manejo correto, que envolve: Escolha adequada da área de cultivo Preparo do solo ou do sistema de cultivo Adubação equilibrada Fertirrigação eficiente Irrigação adequada Controle de plantas daninhas Manejo integrado de pragas e doenças Tratos culturais bem executados Uso de mão de obra qualificada Gestão profissional da propriedade O filme difusor é uma tecnologia complementar, que potencializa resultados quando associada a um manejo bem planejado. Resultados observados em campo Diversos trabalhos técnicos e relatos de campo indicam resultados positivos com o uso do filme difusor de luz em estufas. Entre os principais ganhos observados estão: Melhor distribuição da luz no dossel Redução da temperatura das plantas Menor taxa de transpiração Aumento da fotossíntese Crescimento mais uniforme Incremento na produção Em culturas como o pimentão, estudos apontam aumento de até 6% na produtividade. Já em rosas, foi observado um crescimento de até 5,2% no número de flores produzidas, demonstrando o impacto positivo da luz difusa em culturas de alto valor comercial. Filme difusor de luz como investimento estratégico Embora o filme difusor de luz em estufas represente um investimento inicial maior em comparação aos filmes convencionais, seu retorno pode ser percebido rapidamente por meio do aumento da produtividade, melhoria da qualidade e maior uniformidade da produção. Para produtores que trabalham com culturas exigentes e mercados mais competitivos, essa tecnologia se mostra uma escolha estratégica para maximizar resultados e reduzir perdas. Considerações finais O filme difusor de luz em estufas é uma solução moderna e eficiente para melhorar o aproveitamento da radiação solar no cultivo protegido. Ao proporcionar uma distribuição mais uniforme da luz, ele contribui para o equilíbrio fisiológico das plantas, aumento da fotossíntese e maior produtividade. Quando associado a um manejo agrícola bem executado e assistência técnica qualificada, o filme difusor se torna um importante aliado para o sucesso da produção em estufas agrícolas. Acompanhe também: O benefícios no plantio de flores e plantas em estufas agrícolas. Edvar de Sousa da Silva Doutor em Agronomia/Horticultura e professor do Instituto Federal do Acre Acesse nossa loja virtual: www.loja.zanatta.com.br A solução O filme difusor de luz pode distribuir melhor a luz dentro do ambiente protegido e diminuir os problemas  e sombreamento ocasionados pelo desempenho mais vegetativo do que produtivo da planta. Esta difusão de luz pode melhorar a taxa fotossintética das plantas e, consequentemente, a produção,  produtividade e lucro do produtor. É importante ressaltar que a produção depende de vários fatores, e não é somente o filme difusor de luz que irá realizar milagres. Eu acredito que o maior milagre na agricultura se chama ‘manejo’, e não a remediação quando o problema na produção já está instalado. Este milagre chamado manejo está presente desde a escolha da área até a comercialização, passando por preparo, adubação, fertirrigação, irrigação, controle de plantas daninhas, pragas e doenças, tratos culturais, uso de mão de obra qualificada, gerenciamento da propriedade como empresa e não de

controle de nematoides
Cultivos, Tomate, Zanatta

O controle de nematoides no cultivo protegido de tomates

O controle de nematoides no cultivo protegido de tomates Controle de nematoides no cultivo protegido de tomates. O controle de nematoides no cultivo protegido de tomates é um dos maiores desafios enfrentados por produtores em todo o Brasil.  Esses microrganismos estão entre os principais responsáveis por perdas de produtividade, redução da qualidade dos frutos e inviabilização econômica de áreas cultivadas por vários ciclos consecutivos. Os nematoides são organismos microscópicos, fitoparasitas obrigatórios, que vivem no solo e atacam principalmente o sistema radicular das plantas.  No tomateiro, sua presença compromete a absorção de água e nutrientes, enfraquece as plantas e abre caminho para o surgimento de outras doenças. O que são e por que eles são um problema Os nematoides são vermes microscópicos que se alimentam de tecidos vegetais vivos. No tomate, eles atacam diretamente as raízes, formando estruturas conhecidas como galhas, que prejudicam o desenvolvimento da planta. Diversos fatores influenciam a dinâmica populacional desses organismos, como: Temperatura do solo Umidade Textura do solo Presença de matéria orgânica Nível de resistência da cultivar de tomate utilizada Por isso, o controle de nematoides exige uma abordagem integrada, que envolva prevenção, manejo e escolha adequada do sistema de cultivo. Principais espécies de nematoides no tomateiro Entre as várias espécies que podem causar danos ao tomateiro, o gênero Meloidogyne spp. é o mais agressivo e economicamente relevante. Conhecidos como nematoides-das-galhas, justamente pela característica formação de nódulos nas raízes das plantas atacadas. Como ocorre a infestação por Meloidogyne spp. A infestação começa quando os juvenis de segundo estágio, que são móveis no solo, penetram as raízes do tomateiro.  Após a entrada, eles se deslocam até regiões próximas aos vasos condutores da planta. Nesse local, os nematoides se tornam sedentários e iniciam seu desenvolvimento, passando por sucessivas mudas (ecdises) até atingirem a fase adulta. Durante esse processo, ocorre a liberação de toxinas e a multiplicação das células parasitadas, o que resulta no engrossamento das raízes e na formação das galhas. Danos causados ao tomateiro Os danos causados vão muito além das raízes. O comprometimento do sistema radicular reflete diretamente na parte aérea da planta. Os principais sintomas observados são: Murcha durante os períodos mais quentes do dia Amarelecimento das folhas Crescimento desuniforme Formação de reboleiras no cultivo Redução no tamanho e na quantidade de frutos Em casos de alta infestação, ocorre morte precoce das plantas ou produção de frutos deformados e sem valor comercial. Além disso, as galhas funcionam como porta de entrada para outros patógenos, como fungos do gênero Fusarium, agravando ainda mais o problema. Existe erradicação de nematoides? Atualmente, não existem métodos capazes de erradicar completamente. Por isso, o foco do manejo deve ser sempre preventivo e baseado em estratégias de convivência com a praga. O controle de nematoides eficaz começa antes mesmo do plantio, com a escolha correta das mudas e do sistema de produção. Prevenção: a melhor estratégia Evitar a contaminação da área é sempre o caminho mais seguro. Para isso, recomenda-se: Aquisição de mudas certificadas e livres de patógenos Uso de porta-enxertos resistentes a nematoides Higienização de ferramentas e equipamentos Controle do trânsito de pessoas na área de cultivo Hoje, o mercado já oferece mudas enxertadas com resistência a várias espécies de nematoides, inclusive Meloidogyne spp., o que representa um grande avanço no controle de nematoides no tomate. Minha área está contaminada: o que fazer? Quando a área já está contaminada e o produtor opta por continuar utilizando o solo, é necessário adotar estratégias de manejo para reduzir a população de nematoides e minimizar os danos. Aumento da matéria orgânica A incorporação de matéria orgânica ao solo é uma das práticas mais recomendadas no controle de nematoides. Materiais como: Esterco de galinha ou gado (esterilizados) Torta de mamona Torta de oleaginosas Palha de café Bagaço de cana Durante a decomposição, esses materiais liberam substâncias tóxicas aos nematoides e estimulam o crescimento de microrganismos antagonistas naturais. Alqueive ou pousio O alqueive consiste em deixar o solo limpo, revolvido e exposto ao sol por um período médio de 45 dias, sem irrigação. Essa prática eleva a temperatura do solo e reduz a sobrevivência dos nematoides, contribuindo para o controle de nematoides de forma natural. Rotação de culturas A rotação de culturas com plantas não hospedeiras ajuda a suprimir a população de nematoides por falta de alimento. No entanto, essa técnica nem sempre é viável economicamente, pois pode interferir no planejamento da produção e na rentabilidade da propriedade. Mudança do sistema de produção: a alternativa mais eficiente Diante das limitações do controle no solo, muitos produtores têm optado por mudar o sistema de produção. O cultivo sem solo se mostra a alternativa mais eficiente. Hidroponia e semi-hidroponia A hidroponia, embora menos difundida para o tomate, elimina completamente o contato com o solo contaminado. Já a semi-hidroponia, amplamente utilizada, emprega substratos inertes e estéreis para a fixação das plantas, reduzindo drasticamente a incidência de nematoides. Esses sistemas permitem: Altas produtividades Melhor controle fitossanitário Maior uniformidade das plantas Viabilidade econômica do cultivo em áreas antes inviáveis Considerações finais O controle de nematoides no cultivo protegido de tomates exige planejamento, conhecimento técnico e decisões estratégicas.  Embora a erradicação não seja possível, é totalmente viável conviver com o problema e manter altos níveis de produtividade. A combinação de prevenção, manejo adequado do solo e, principalmente, a adoção de sistemas sem solo, torna o cultivo do tomate sustentável e rentável a longo prazo.   Acompanhe também em nosso blog… Tomate e Pimentão sem uso excessivo de agrotóxico Principais vantagens do cultivo protegido do tomate. Conheça o nossa loja online e adquira tela antiafídeo para o seu telado.Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram.  

Estufa para hidroponia
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Estufa para hidroponia, uma atividade em expansão

Estufa para hidroponia, uma atividade em expansão! Estufa para hidroponia: uma atividade em expansão no Brasil A estufa para hidroponia tem se consolidado como uma das principais soluções para a produção moderna de alimentos no Brasil. Considerada uma atividade relativamente recente no país, a hidroponia cresce de forma acelerada e atrai produtores rurais, investidores e empreendedores do agronegócio. A agricultura é praticada desde o período pré-histórico, quando povos antigos cultivavam plantas para sua própria subsistência. No Brasil, essa prática começou com os povos indígenas e, posteriormente, foi intensificada com a chegada dos colonizadores portugueses. Com o passar dos séculos, a agricultura evoluiu, incorporando novas tecnologias e métodos produtivos. Nesse contexto de inovação, surge a hidroponia como uma alternativa moderna, eficiente e sustentável. Quando a hidroponia chegou ao Brasil? A hidroponia começou a ser utilizada no Brasil há pouco menos de 40 anos. Em 1980, pesquisadores japoneses introduziram a técnica no estado de São Paulo, com foco inicial na produção de tomate. O objetivo principal era desenvolver um sistema mais seguro e controlado, capaz de reduzir perdas causadas por doenças do solo, pragas e variações climáticas. Rapidamente, a técnica chamou a atenção de pesquisadores, produtores e instituições de ensino, que passaram a estudar e adaptar o sistema às condições brasileiras. O papel da estufa para hidroponia A estufa para hidroponia é um dos pilares fundamentais desse sistema de cultivo. Ela cria um ambiente protegido, onde fatores climáticos e ambientais podem ser controlados de forma precisa. Ao contrário do cultivo convencional, que ocorre diretamente no solo, a hidroponia utiliza soluções nutritivas balanceadas, fornecendo todos os nutrientes necessários diretamente às raízes das plantas. A estufa para hidroponia oferece proteção contra: Chuvas excessivas Ventos fortes Granizo Oscilações bruscas de temperatura Contaminações externas Essa proteção resulta em um cultivo mais estável, previsível e produtivo ao longo do ano. Vantagens da estufa para hidroponia O cultivo hidropônico realizado em estufas apresenta inúmeras vantagens quando comparado ao cultivo tradicional a campo. Entre os principais benefícios, destacam-se: Menor incidência de pragas e doenças Redução significativa do uso de defensivos agrícolas Uso racional da água, com economia expressiva Maior controle nutricional das plantas Trabalho realizado de forma mais ergonômica Melhor aproveitamento da área disponível Padronização e alta qualidade do produto final A estufa para hidroponia também permite ciclos de produção mais rápidos e colheitas frequentes, aumentando a rentabilidade do produtor. Hidroponia e crescimento do mercado brasileiro O crescimento da hidroponia no Brasil é expressivo. Atualmente, estima-se que cerca de 45% do fornecimento de folhosas no país seja proveniente do sistema hidropônico. Em relação à área cultivada, a hidroponia ocupa aproximadamente 25 a 30 mil hectares, distribuídos por todas as regiões do Brasil, desde pequenos produtores até grandes empreendimentos comerciais. Esse avanço é resultado direto da busca por alimentos mais saudáveis, seguros e produzidos de forma sustentável. Principais culturas cultivadas em estufa para hidroponia A estufa para hidroponia é extremamente versátil e permite o cultivo de diversas espécies vegetais. Entre as principais culturas produzidas no Brasil estão: Alface e suas variedades Tomate Agrião Chicória Salsa Cebolinha verde Morango Essas culturas apresentam excelente desempenho no sistema hidropônico, com maior uniformidade, produtividade e qualidade visual. Estufa para hidroponia e investimento inicial Um dos pontos que mais geram dúvidas entre os interessados é o investimento inicial necessário para implantar uma estufa para hidroponia. De fato, o custo inicial é mais elevado quando comparado ao cultivo convencional em campo aberto. Isso ocorre devido à necessidade de: Estrutura da estufa Sistemas hidráulicos e elétricos Bancadas ou perfis hidropônicos Bombas e reservatórios Sistema de controle ambiental No entanto, esse investimento é compensado pelo valor agregado do produto final, que apresenta melhor aparência, maior durabilidade e maior aceitação no mercado consumidor. Produção próxima aos centros urbanos Um grande diferencial da estufa para hidroponia é a possibilidade de produção próxima aos centros urbanos. Como não há necessidade de solo fértil, o produtor não precisa investir em grandes áreas rurais afastadas. Basta dispor de um terreno adequado para a construção da estufa. Isso reduz custos logísticos, facilita a distribuição e garante produtos mais frescos ao consumidor final. Modernização das estufas agrícolas Com a expansão da hidroponia, as estufas agrícolas também evoluíram. Hoje, existem estruturas modernas, projetadas especificamente para atender às necessidades do cultivo hidropônico. As estufas atuais contam com: Sistemas de ventilação e exaustão Telas anti-insetos Filmes plásticos tecnológicos Controle de temperatura e umidade Automatização de irrigação e fertirrigação Essas inovações tornam a estufa para hidroponia ainda mais eficiente e segura. Considerações finais A estufa para hidroponia representa uma solução moderna, sustentável e altamente produtiva para o agronegócio brasileiro. Sua expansão é reflexo das vantagens técnicas, econômicas e ambientais que o sistema oferece. Com planejamento, assistência técnica e escolha adequada da estrutura, a hidroponia se torna uma atividade altamente rentável, capaz de atender à crescente demanda por alimentos de qualidade. *Os dados foram retirados do Anuário Brasil Hidroponia – 2018. Veja também: Hidroponia pode aumentar a produtividade em até 50% Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. Por. CampoeNegocio Estufa para hidroponia, uma atividade em expansão | Estufa para hidroponia, uma atividade em expansão | Estufa para hidroponia, uma atividade em expansão

Cultivo de camarão longe do mar
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Cultivo de camarão longe do mar

Cultivo de camarão longe do mar Cultivo de camarão longe do mar Tradicionalmente o cultivo de camarão marinho consumido vêm da pesca ou então da criação em áreas próximas ao mar. Contudo, com o avanço das pesquisas, já é possível cultivá-los muito distante do mar e utilizando água doce! Seria uma fórmula mágica? Bem, não existe mágica. O camarão marinho cultivado no Brasil é da espécie Litopenaues vannamei, a mais cultivada no mundo. Isso porque, possui ótimas taxas de crescimento e alta rusticidade. Podendo suportar uma ampla variação de salinidade e assim se adaptar e se desenvolver bem mesmo em águas com salinidade próximo a zero. Aliado a isso, o ponto chave dos cultivos longe do mar é o correto balanço iônico. No sal da água do mar existe uma variedade de macro e microelementos que conferem um equilíbrio de sais dos quais o camarão necessita. Assim é necessário manter essa condição de “equilíbrio-iônico” quando o objetivo é o cultivo utilizando uma água que não seja marinha. Por isso, em águas com um equilíbrio de sais e salinidade próximo a 10 o camarão pode desenvolver-se melhor do que com salinidade 30 e um incorreto balanço iônico. Haja visto que somente o sal de cozinha por exemplo (NaCl), pode nos dar tal salinidade. Mercado de criação de camarão Atualmente já existe no mercado algumas empresas que comercializam um concentrado de sais para iniciar o cultivo. Mas é importante sempre realizar uma análise da água utilizada para posteriormente fazer a salinização respeitando o balanço iônico. Além disso, é importante que essa água, uma vez salinizada, seja preservada para utilização em cultivos seguintes. O sistema de bioflocos com o uso de estufas é uma ótima alternativa para que haja zero descarte dessa água. Para quem pensa em investir no cultivo de camarões, mas esbarra no alto custo dos terrenos em áreas litorâneas. Essa alternativa surge como um interessante nicho de mercado, uma vez que o produtor pode comercializar esse produto para restaurantes locais por exemplo, com valor agregado de um produto fresco. Além disso, o camarão já é considerado uma commodity, o que anima ainda mais quem quer investir na atividade, pois é um produto com considerável rentabilidade. Outro fato é que as importações são proibidas no país e a produção interna não consegue atender a crescente demanda. E para ficar ainda melhor, nós projetamos estufas dedicadas especialmente a essa atividade, é a linha ZanaAcqua. São estufas de formato retangular e circular, já aprovadas pelos nossos clientes. Clique aqui para saber mais. Para dúvidas e orçamento entre em contato conosco, possuímos representantes em diversas regiões do Brasil para melhor lhe atender. Confira também os 10 maiores benefícios em produzir camarão em estufas! Siga-nos em nossas mídias socias: Loja Online | Facebook | Instagram. Cultivo de camarão longe do mar | Cultivo de camarão longe do mar | Cultivo de camarão longe do mar

Hortitec
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Hortitec, a Zanatta Estufas esteve presente na feira 2019

Hortitec, a Zanatta Estufas esteve presente na ultima feira. Para ter uma noção da grandeza da feira, a área total de exposição foi de cerca de 30 mil m²! E nós da Zanatta fizemos questão de participar deste importante evento que valoriza o produtor e o aproxima das novidades e tecnologias emergentes para seu nicho de negócio, seja ele, flores, frutas, hortaliças ou florestais. Durante os três dias de evento nos das Zanatta Estufas, tivemos o prazer de atender centenas de produtores interessados em estufas de qualidade com o melhor custo-benefício. Além de poder encontrar parceiros, amigos e fornecedores a qual o contato pessoal é tão importante. Paralelo a feira teve o Painel Embrapa de Inovação & Negócios: Hortaliças & Sustentabilidade, transmitindo informação com debates entre grandes profissionais do setor, e o lançamento da Comissão Nacional do Tomate de Mesa, pelo IBRAHORT (Instituto Brasileiro de Horticultura). Essa comissão terá como objetivo representar os produtores e fortalecer a produção de tomate de mesa no País. A horticultura tem peso fundamental no desenvolvimento da economia do País e atinge em larga escala grande parte da população. Pois envolve diretamente alimentos do dia a dia dos brasileiros. E com isso, nós trabalhamos sério na elaboração de estufas e sistemas de automação para que o produtor consiga maximizar sua produção com cultivos mais intensivos e biosseguros. Foi um imenso prazer estar em mais uma Hortitec, fortalecendo a nossa marca entre os produtores deste grande setor. Obrigada a todos que vieram nos visitar ou fechar seu negócio. Para saber um pouco mais sobre a Hortitec clique aqui! Benefícios no cultivo de flores e plantas em estufas agrícolas!

cultivo hidropônico
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9 pontos fortes do cultivo hidropônico em estufas:

9 pontos fortes do cultivo hidropônico em estufas: Já falamos aqui no blog sobre os cuidados que se deve ter com os cultivos hidropônicos. Agora, falaremos um pouco sobre as vantagens desse sistema com o uso de estufas. Lembrando que, a hidroponia difere-se do cultivo tradicional por não fazer o uso de solo. Ao invés disso, as mudas das plantas ficam em contato com uma água rica em nutrientes e é dali que retiram o necessário para o seu desenvolvimento. A cultivo hidropônico em estufas agrícolas oferece inúmeros benefícios, confira: Melhor ergonomia Diferente do sistema tradicional, onde os funcionários trabalham abaixados, na hidroponia o cultivo fica disposto em bancadas com pelo menos um metro de distância longe do chão e os funcionários podem trabalhar em pé, sem forçar a coluna. Menor incidência de fungos e pragas Muitos fungos e pragas já estão no próprio solo. Consequentemente, acabam passando para as plantas. Na hidroponia, além de não fazer uso de solo a estufa é um grande aliado, formando uma barreira de proteção contra a entrada de organismos indesejáveis que podem afetar o cultivo. Maior tempo de prateleira Com uma planta mais conservada pelo ambiente protegido e sendo retirada ainda com a raiz, o tempo de prateleira dos produtos hidropônicos costuma ser superior Maior valor agregado Os cultivos hidropônicos proporcionam um alimento visualmente mais limpo e com qualidade superior, por isso, seu preço é diferenciado. A mão de obra pode ser reduzida em mais de 50%, uma vez que não tem por exemplo o manejo de solo e o trabalho diário acaba tornando-se mais fácil. Proximidade com a zona urbana Essa é a tendência, que as produções sejam mais próximas do consumidor e o sistema hidropônico se encaixa bem esse quesito, uma vez que trabalhando com estufas o espaço para plantio pode ser menor e implementado em qualquer lugar, inclusive bem próximos aos centros consumidores. Menor uso de água e insumos Com um sistema fechado e mais controlado o uso de água e nutrientes passa a ser preciso, reduzindo em mais de 10 vezes o uso de água por dia. Proteção contra eventos climáticos Quem está na chuva é para se molhar, já dizia o ditado. Plantas do cultivo tradicional estão diretamente expostas as intempéries climáticas, podendo danificar as folhas e frutos do cultivo. Com uso de estufa as perdas por esses eventos são zero. Cultivo o ano todo O uso de estufas possibilita a hidroponia funcionar o ano todo, garantindo fornecimento do produto mesmo em épocas de estiagem, muitas chuvas, ou em épocas que o clima de modo geral não é favorável. Hidroponia Vertical, uma tendência. Hidroponia como evitar as algas? Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. cultivo hidropônico – cultivo hidropônico