Plantas

cultivo protegido em estufas
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Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas

Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas Desde sua introdução, a plasticultura, o Cultivo Protegido em Estufas mudou muito no Brasil. A utilização de filmes para cobrir as culturas foi chamada de estufas plásticas, termo oriundo das estufas de vidro até então utilizadas para fim agrícola. As casas de vegetação de vidro, ou estufas de vidro, eram, usadas principalmente em empresas de pesquisa para proteger experimentos de várias culturas. A introdução de estufas plásticas foi inicialmente realizada na região sul do Brasil, pela proximidade da petroquímica, e o plano de divulgação da técnica visava a produção de hortaliças durante todo o ano, mesmo durante o período frio de inverno existente nessa região. A ideia a ser lançada era “produzir tudo durante todo o ano”. Essa proposta foi um dos erros iniciais do programa de incentivo da técnica, vindo prejudicar a sua adoção rápida na época. Hoje, sabe-se que a produção em ambientes protegidos por estufas plásticas é uma técnica que veio para ficar, e à medida que o produtor entra em contato com sua utilização correta, ele verifica as possibilidades de melhora da produção, da segurança e economicidade de sua lavoura. Panorama do Cultivo Protegido em Estufas O Brasil é o segundo maior produtor em Cultivo Protegido em Estufas na América Latina, com aproximadamente 30.000 ha em 2019, ficando atrás somente do México, que possuía uma área coberta de 41.000 ha. Mesmo com um crescimento acima das taxas do PIB brasileiro, o crescimento anual de adoção da técnica fica próximo a 5% ao ano, muito abaixo de outros países e regiões que têm taxas próximas a 10%, como Europa e Japão, o que mostra o potencial de crescimento dessa técnica no Brasil. De acordo com alguns autores, as estufas são normalmente utilizadas para cultivos de hortaliças (60%), para flores em média 20% e para frutas e fumo, outros 20%. Evolução do Cultivo Protegido em Estufas A evolução da produção protegida não se deu somente em valores, mas em qualidade também. À medida que o setor produtivo foi se aperfeiçoando e conhecendo melhor a utilização correta de sua produção nesses ambientes, aumentava a necessidade de novas técnicas e estruturas, que apesar de maior investimento inicial, se mostraram mais econômicas a longo prazo, bem como ofereciam maior segurança ao produtor. Novos sistemas de produção, culturas e insumos agrícolas determinaram que os modelos e as estruturas das estufas se adaptassem a essas novas técnicas. A produção fora do solo, por exemplo, necessita de ambiente com cobertura total da chuva e que os modelos sejam adequados a ela. A utilização de produtos biológicos para controle de pragas foi outra técnica que necessitou de condições especiais dos ambientes. Outro fator foi o aumento de demanda por produtos de melhor qualidade sem uso de químicos em sua produção, como a orgânica, fundamental para evolução de modelos e acessórios de controle do ambiente. Inicialmente as estufas foram construídas sobre estruturas de madeira e cobertura com filmes plásticos. Alguns modelos se mostravam eficientes na produção, porém, com baixa resistência a ventos. Até hoje se usam esses tipos simples de estufas, mas o que se observa é que o produtor tende a adotar um outro modelo mais adequado à fixação do plástico, como as coberturas de arco em tubo metálico. Outros produtores, ainda exigindo maior qualidade, adotam estruturas de aço, que possuem uma vida útil maior que as de madeira.   Cobertura do Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas A cobertura das laterais com telas é uma outra técnica que vem aumentando sua utilização para evitar o ataque de pragas-inseto, que normalmente são controladas com químicos. A adoção dessas telas para alguns usos necessita de maior pé-direito ou altura da estrutura, para que a área de ventilação seja maior, adequando o ambiente para o cultivo. Com o uso de telas a estrutura fica mais guarnecida também de outros patógenos, se tornando adequada para que se faça antessala na entrada, com aumento do isolamento desses problemas, podendo ser usada também para desinfecção dos calçados e colocação de roupas de proteção. A cobertura das estruturas sempre foi variada, dependendo da região ou do fabricante, a exemplo daquelas com pouca declividade ou plana, usadas na cobertura de parreirais, coberturas em duas águas ou estufas capela, e as mais utilizadas atualmente, em arco. Essas estruturas podem ou não ter ventilação zenital, ou ventilação na sua parte superior ou nos frontais da estufa, visando uma melhor renovação do ar interior, que normalmente é muito úmido. Também existem as estufas conjugadas, que são estruturas ligadas umas às outras, aumentando o tamanho da área coberta. Esses modelos normalmente possuem laterais com tela, e necessitam de altura maior que modelos individuais. Fora do Solo Outra técnica que está apresentando crescimento significativo ultimamente é o cultivo fora de solo, em que o produtor retira as raízes do solo e utiliza um substrato artificial, o qual é irrigado com solução nutritiva (fertirrigação) para o desenvolvimento das plantas. Esses sistemas utilizam vasos ou calhas, onde as plantas se desenvolvem. Para maior facilidade e limpeza dentro das estruturas, alguns estão pavimentando o seu interior, onde são colocados os recipientes com os substratos. Essa técnica determina que o piso seja adequado ao tipo de microclima interno necessário, normalmente necessitando que sua cor seja reflexiva para que não aumente muito a temperatura. Também é importante ressaltar que se a estrutura para fixação do plástico for usada para fixação de plantas, essa deve ser reforçada para aguentar esses esforços extras. Modelos atuais, além de modificarem o microclima, como as estruturas menos equipadas, têm possibilidade de ser controladas usando equipamentos especiais de aquecimento, sombreamento, resfriamento, ventilação, exaustão, complementação luminosa, dentre outros. Estufas com esses equipamentos são as que mais evoluíram dentro do sistema de produção, mas são estruturas adequadas a tipos específicos de cultivo de alto retorno ou valor, visto que possuem custo elevado e, na maioria das vezes, permitem a automação do controle.   Vantagens do Cultivo Protegido em Estufas Os diferentes modelos proporcionam diferentes vantagens às culturas, desde os modelos

maior produtividade no cultivo
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Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade.

Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade Com o passar dos anos, as mudanças climáticas tornam-se cada vez mais intensas, enquanto cresce o desejo por maior produtividade no cultivo, exigindo soluções mais eficientes e sustentáveis. Do ponto de vista da agricultura, estas alterações trazem prejuízos econômicos para os produtores. As plantas estão sofrendo com a incidência solar e apresentando sintomas de queimaduras, além de sintomas de perda de água, gerando desidratação. Deste modo, a melhor saída para proteger as plantas mais sensíveis das intempéries climáticas é o cultivo em estufas. O plantio em estufa representa um exemplo de cultivo em ambiente protegido, oferecendo um microclima adequado para o desenvolvimento da cultura. Muitas culturas apresentam resultados superiores, quando produzidas em estufas, principalmente hortaliças, legumes e frutos. Isto ocorre, principalmente, pelo fato de as estufas proporcionarem condições climáticas controladas, isolando as intempéries climáticas que podem vir a surgir. Opções O cultivo nas estufas pode ser em Vasos, Sistemas de hidroponia, ou o plantio diretamente no solo. Deste modo, pode ser um sistema simples ou pode-se fazer uso de mais tecnologias. As estufas podem ser pequenas, cobrindo apenas pequenos espaços ou bancadas, ou ainda podem cobrir grandes áreas. Sendo construídas em aço galvanizado, plásticos transparentes, sombrite, dentre outros materiais. As estruturas laterais podem ser movidas, como cortinas, a depender das condições climáticas, controlando as condições internas, bem como telas de sombrite podem ser utilizadas para controlar a luminosidade que chega às plantas. Quanto à estrutura, as estufas podem ser do tipo capela, sendo a estrutura semelhante à de um galpão ou aviário, apresentando duas abas de cobertura inclinadas, com altura mínima de três metros e espaço interno arejado. As estufas podem ainda ser do tipo arco, mais elaboradas, com teto abaulado, possibilitando um maior aproveitamento da luz. Neste exemplo, o custo de implantação é maior, mas em contrapartida traz maiores ganhos de produtividade, sendo assim, mais utilizadas. Orientação No geral, as estufas são construídas na orientação leste-oeste, para serem beneficiadas com a radiação solar. Assim, há menos problemas com sombreamento das vigas da estrutura. São construídas levando em consideração o sentido da direção dos ventos predominantes, nunca na direção perpendicular dos mesmos. No seu interior, sempre que possível, as plantas também devem ser organizadas na orientação leste-oeste. O cultivo protegido não envolve apenas a proteção das plantas contra os fatores do meio ambiente. Neste sistema há uma alteração em todo o mecanismo das plantas. É importante controlar as condições ambientais, mas permitir a entrada de sol e vento de maneira indireta. As plantas não podem sofrer alterações na sua fotossíntese por redução de luminosidade. Garantir um desempenho satisfatório na fotossíntese implica em ganhos diretos na produtividade. Além disso, a falta de ventilação pode acarretar em problemas fitossanitários. No interior das estufas, a temperatura é controlada por termômetros. Em casos de controle de temperaturas elevadas, em que há excesso de calor, pode-se realizar o controle por meio de telas de sombreamento, abertura das cortinas laterais, bem como podem ser acionados exautores ou outros sistema de refrigeração. Já nos dias mais frios e com pouca luminosidade, o problema pode ser solucionado fazendo uso de iluminação artificial e aquecedores. Em relação ao controle da umidade do ar, está diretamente relacionado com a prática de irrigação das plantas. A água consegue equilibrar a sensação térmica, e ao mesmo tempo mantém as plantas hidratadas. Além disso, podem ser utilizados ventiladores que liberam partículas de água para refrescar o ambiente e aumentar a umidade relativa. Sob controle O controle das condições climáticas precisa ser realizado de maneira correta, mantendo a temperatura e umidade adequadas para as plantas. É fundamental que o ambiente interior das estufas seja arejado e com uma boa circulação de ar para evitar problemas fitossanitários. Outro ponto importante é realizar a irrigação da forma correta, evitando molhamento foliar, para não criar um microclima adequado para os patógenos de plantas. A maioria das doenças é beneficiada em situações de umidade e temperatura elevada, onde há o abafamento das plantas. Nestes casos, o espaçamento entre plantas e entrelinhas é outro ponto fundamental. Vantagens As estufas apresentam também como vantagem a contenção da entrada de animais, pássaros, insetos-pragas e insetos vetores de doenças. A barreira física é um bom aliado, impedindo a entrada de organismos que vão causar prejuízos às plantas. As barreiras podem ainda atuar contendo esporos que são levados pelos ventos. Com isso, há uma redução da necessidade de aplicação de produtos fitossanitários. Em casos onde há infestação de doenças na parte aérea, recomenda-se realizar o descarte da parte aérea logo após o cultivo e desinfestar o local antes da instalação do próximo cultivo. Quando os problemas são com doenças no sistema radicular, ou pragas de solo, é recomendado o descarte do sistema radicular. Assim, há uma redução do inóculo inicial ou da praga e possibilita um melhor tratamento do solo antes de instalar a próxima cultura. Em relação às plantas daninhas, em cultivos protegidos os problemas são menores. O controle é efetuado logo que se constata o problema, gerando um banco de sementes menor, além do fato de que as sementes não são trazidas por ventos e animais. Controle de tripes na hidroponia. Manejo integrado controle eficiente de pragas e doenças em hidroponia. Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram.

Produção de mudas de Citrus
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Produção de mudas de Citrus em sistema hidropônico

Produção de mudas de Citrus em sistema hidropônico Produção de mudas de Citrus em sistema hidropônico A produção de mudas de citrus em sistema hidropônico tem se destacado como uma alternativa moderna, eficiente e sustentável para a citricultura. O termo hidroponia tem origem em duas palavras gregas: hydro, que significa água, e ponos, que significa trabalho. Assim, o sistema hidropônico baseia-se no cultivo de plantas sem o uso do solo, utilizando uma solução nutritiva balanceada para suprir todas as necessidades nutricionais das mudas. É importante destacar que plantas cultivadas hidroponicamente e plantas cultivadas em solo não apresentam diferenças fisiológicas significativas. Isso ocorre porque a absorção de nutrientes acontece da mesma forma em ambos os sistemas: os nutrientes são absorvidos na forma de íons dissolvidos em solução. Para garantir o sucesso na produção de mudas de citrus, é fundamental realizar estudos que determinem a composição ideal da solução nutritiva. Esses estudos devem considerar fatores como a concentração dos nutrientes, o sistema hidropônico adotado, as condições ambientais, a idade das plantas e a espécie cultivada. Pesquisas, como as realizadas por Oliveira (2006), demonstram resultados positivos no cultivo hidropônico de citros. Dessa forma, o aprimoramento de técnicas que possibilitem o uso racional de recursos e a formação acelerada de mudas representa uma excelente oportunidade técnica e econômica para os produtores. Mudas de citrus em hidroponia A produção de mudas de citrus por meio da hidroponia favorece a obtenção de plantas com elevada qualidade genética e sanitária. Além disso, reduz significativamente o tempo de produção, permitindo maior controle das condições nutricionais e fitossanitárias. Nesse sistema, as mudas são cultivadas em sacolas ou tubetes, posicionados de forma que o sistema radicular fique em contato direto com a solução nutritiva. Esse método reduz drasticamente a incidência de pragas, doenças e plantas daninhas, uma vez que o cultivo ocorre em ambiente estéril, livre de solo. Cuidados no plantio hidropônico A produção de mudas de citrus em sistema hidropônico exige atenção constante ao manejo. Entre os principais cuidados, destacam-se: controle da temperatura do ambiente, reduzindo a incidência de doenças; manutenção da qualidade da água utilizada na solução nutritiva; monitoramento da condutividade elétrica; controle do pH dentro da faixa ideal para citros; higienização rigorosa dos tanques, dutos e equipamentos; controle do acesso de pessoas às áreas de cultivo. Essas práticas garantem que a hidroponia seja uma atividade eficiente, rentável e altamente produtiva. Principais vantagens da produção de mudas de citrus em hidroponia A produção de mudas de citrus em sistema hidropônico apresenta vantagens significativas quando comparada aos métodos convencionais, entre elas: maior proteção contra fitopatógenos, especialmente em cultivo protegido; trabalho realizado em bancadas, tornando as operações mais limpas e ergonômicas; redução no uso de defensivos agrícolas; uso racional da água, com menor consumo; retorno do investimento em menor prazo após a implantação; diminuição do uso de insumos; melhor aproveitamento do espaço; possibilidade de produção e condução das mudas fora de época. Desvantagens do sistema Apesar das inúmeras vantagens, a produção de mudas de citrus por hidroponia apresenta como principal desvantagem o alto custo inicial de implantação. Esse custo envolve a construção de estufas agrícolas, aquisição de bancadas, sistemas hidráulicos e elétricos, bombas, além de possíveis geradores de energia. Outro ponto crítico é que qualquer falha de projeto ou manutenção pode comprometer toda a produção, uma vez que o sistema depende do funcionamento contínuo de seus componentes. Por isso, a manutenção preventiva é indispensável. Funcionamento do sistema hidropônico O sistema hidropônico utilizado na produção de mudas de citrus é semelhante aos sistemas convencionais no que diz respeito ao uso de bombas, encanamentos e registros. A principal diferença está na estrutura de suporte dos tubetes ou sacolas, que devem permanecer corretamente posicionados e parcialmente imersos na solução nutritiva. Os sistemas hidropônicos podem ser classificados em: sistemas dinâmicos ou abertos, com circulação contínua da solução nutritiva; sistemas estáticos, sem circulação, que exigem maior frequência de limpeza e manutenção. Entre os sistemas dinâmicos, destaca-se o NFT (Nutrient Film Technique), que funciona por meio de um reservatório de solução nutritiva, canais de cultivo, bomba de recirculação e retorno da solução ao tanque principal. Produtividade A produção de mudas de citrus em sistema hidropônico apresenta produtividade superior aos métodos tradicionais. As mudas se desenvolvem em um ambiente altamente controlado, com menor incidência de pragas e doenças e nutrição constantemente equilibrada. Como resultado, as mudas são mais vigorosas, uniformes e apresentam melhor desempenho após o plantio definitivo. Além disso, o sistema permite uma otimização do espaço de cultivo, possibilitando a produção de até seis vezes mais mudas por metro quadrado na fase de repicagem e até o dobro na fase de terminação do porta-enxerto. Outro diferencial importante é a redução do tempo de produção: o período da semeadura até a muda estar pronta para o plantio pode ser reduzido em aproximadamente 130 dias, o que representa cerca de quatro meses a menos em relação ao sistema convencional. Escrito por: Revista Campo e Negócio Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. Confira também: Importância da estufa para florestais e mudas Produção de mudas de Citrus em sistema hidropônico | Produção de mudas de Citrus em sistema hidropônico

Hortitec
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Hortitec, a Zanatta Estufas esteve presente na feira 2019

Hortitec, a Zanatta Estufas esteve presente na ultima feira. Para ter uma noção da grandeza da feira, a área total de exposição foi de cerca de 30 mil m²! E nós da Zanatta fizemos questão de participar deste importante evento que valoriza o produtor e o aproxima das novidades e tecnologias emergentes para seu nicho de negócio, seja ele, flores, frutas, hortaliças ou florestais. Durante os três dias de evento nos das Zanatta Estufas, tivemos o prazer de atender centenas de produtores interessados em estufas de qualidade com o melhor custo-benefício. Além de poder encontrar parceiros, amigos e fornecedores a qual o contato pessoal é tão importante. Paralelo a feira teve o Painel Embrapa de Inovação & Negócios: Hortaliças & Sustentabilidade, transmitindo informação com debates entre grandes profissionais do setor, e o lançamento da Comissão Nacional do Tomate de Mesa, pelo IBRAHORT (Instituto Brasileiro de Horticultura). Essa comissão terá como objetivo representar os produtores e fortalecer a produção de tomate de mesa no País. A horticultura tem peso fundamental no desenvolvimento da economia do País e atinge em larga escala grande parte da população. Pois envolve diretamente alimentos do dia a dia dos brasileiros. E com isso, nós trabalhamos sério na elaboração de estufas e sistemas de automação para que o produtor consiga maximizar sua produção com cultivos mais intensivos e biosseguros. Foi um imenso prazer estar em mais uma Hortitec, fortalecendo a nossa marca entre os produtores deste grande setor. Obrigada a todos que vieram nos visitar ou fechar seu negócio. Para saber um pouco mais sobre a Hortitec clique aqui! Benefícios no cultivo de flores e plantas em estufas agrícolas!

produção de mudas
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Produção de mudas florestais​, a importância da estufa

Importância da estufa para produção de mudas florestais Importância da estufa para produção de mudas florestais​ A produção de mudas florestais é uma etapa essencial para o sucesso de qualquer sistema produtivo que envolva florestas, frutíferas ou hortaliças.  É nesse estágio inicial que se define grande parte do potencial produtivo da cultura, influenciando diretamente o desenvolvimento das plantas adultas, sua sanidade, vigor e longevidade. Uma muda bem formada garante maior taxa de pegamento após o transplantio, crescimento mais uniforme e melhor adaptação ao ambiente definitivo.  Por esse motivo, investir em tecnologias que assegurem qualidade desde o início é uma decisão estratégica para produtores rurais, viveiristas e empresas do setor florestal. A relevância da produção de mudas florestais Nos últimos anos, a produção de mudas florestais ganhou ainda mais destaque devido ao aumento da preocupação ambiental e à necessidade de recuperação de áreas degradadas.  As mudas florestais são amplamente utilizadas em projetos de reflorestamento, recomposição de matas ciliares, recuperação de áreas de preservação permanente (APPs) e reservas legais. Além do aspecto ambiental, o reflorestamento contribui para a melhoria da qualidade do solo, aumento da biodiversidade, fixação de carbono e mitigação dos impactos das mudanças climáticas.  Dessa forma, a produção de mudas florestais torna-se uma atividade estratégica tanto do ponto de vista ecológico quanto econômico. Outro ponto relevante é que as mudas florestais são a base para cadeias produtivas importantes, como a produção de celulose, papel, madeira para energia, construção civil e extração de compostos químicos e farmacêuticos.  Sem uma produção de mudas florestais eficiente, essas cadeias perdem competitividade e sustentabilidade. Mudas frutíferas e hortaliças: impacto social e econômico Assim como ocorre com as florestais, a produção de mudas frutíferas e hortaliças também desempenha um papel fundamental na agricultura. Essas mudas podem atender tanto a demandas comerciais quanto sociais, especialmente no abastecimento alimentar. Hortaliças como a alface, por exemplo, estão entre os alimentos mais consumidos pelos brasileiros. A qualidade da muda impacta diretamente a produtividade, o padrão visual do produto e sua aceitação no mercado.  Por isso, a produção de mudas em ambiente protegido tem sido cada vez mais adotada por produtores que buscam eficiência e qualidade. Aceitação e mercado para mudas A produção de mudas florestais, frutíferas e hortaliças possui ampla aceitação e excelente saída no mercado. Viveiros especializados atendem desde pequenos produtores até grandes empresas do setor florestal e agrícola. Para garantir mudas de alto padrão, o primeiro passo é a escolha correta da estrutura de cultivo. Atualmente, o sistema de produção em ambiente protegido, com uso de estufas agrícolas, é o mais recomendado para a produção de mudas de qualidade superior. Por que utilizar estufas na produção de mudas florestais? O uso de estufas na produção de mudas florestais vai muito além da simples proteção contra chuvas, ventos ou granizo. A estufa cria um ambiente controlado, permitindo o manejo adequado de fatores essenciais ao desenvolvimento das plantas. A germinação das sementes depende diretamente de condições específicas de temperatura. Temperaturas acima ou abaixo da faixa ideal podem reduzir a taxa e a velocidade de germinação, comprometendo a formação inicial das plântulas. Cada espécie possui exigências térmicas próprias. Pequenas variações já são suficientes para interferir negativamente no desenvolvimento das estruturas iniciais da planta, afetando o crescimento futuro da muda. Controle da luminosidade e microclima A luz é outro fator determinante na produção de mudas florestais. Ela influencia diretamente a fotossíntese, o crescimento e a sobrevivência das mudas.  Em ambientes abertos, a luminosidade excessiva ou insuficiente pode causar estresse, alongamento excessivo ou até a morte das plântulas. As estufas permitem o controle da luminosidade por meio de filmes plásticos, sombrites e tecnologias de difusão de luz. Com isso, cria-se um microclima ideal para cada fase do desenvolvimento da muda. Além da luz e da temperatura, a estufa também possibilita melhor controle da umidade do ar, reduzindo perdas por desidratação e minimizando a incidência de doenças. Benefícios diretos do uso de estufas A utilização de estufas na produção de mudas florestais traz uma série de vantagens práticas: Maior uniformidade no desenvolvimento das mudas Redução de perdas por estresse climático Produção durante todo o ano, independentemente da estação Aumento da produtividade por área Mudas mais vigorosas e com melhor sistema radicular Maior biossegurança, reduzindo contaminações por pragas e patógenos Esses benefícios resultam em mudas mais fortes e adaptáveis, prontas para o transplantio em diferentes condições ambientais. Tipos de estufas para produção de mudas A escolha do modelo de estufa é um fator decisivo para o sucesso da produção de mudas florestais. A estrutura deve ser resistente, bem dimensionada e adequada ao tipo de muda produzida. Conclusão Investir em estufas agrícolas é uma decisão estratégica para quem atua na produção de mudas florestais, frutíferas ou hortaliças. O ambiente protegido garante maior controle das condições de cultivo, melhora a qualidade das mudas e aumenta a eficiência produtiva. Com mudas mais vigorosas e uniformes, o produtor reduz riscos, eleva a produtividade e obtém melhores resultados no campo. Seja para reflorestamento, produção comercial ou projetos ambientais, a estufa é uma aliada indispensável no sucesso da produção. O tipo de estufa também é importante e nós temos três modelos de estufas ideais, ZannaLeve, ZannaTrel e ZannaShadow. Todas elas com estruturas resistentes e com cobertura plástica que bloqueia a radiação UV.  Para dúvidas e orçamento entre em contato conosco, possuímos representantes em diversas regiões do Brasil para melhor lhe atender. Conheça o nossa loja online.Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram.

cultivo de flores
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Benefícios no cultivo de flores e plantas em estufas agrícolas!

Benefícios no cultivo de flores e plantas em estufas agrícolas!   Benefícios no cultivo de flores e plantas em estufas agrícolas! A floricultura no país é um dos principais segmentos do agronegócio no Brasil.  A qualidade das flores, a crescente competitividade e o crescimento do segmento são percebidos quando observa-se que muitos estados do país passaram a ter uma produção significativa de flores e plantas nos últimos anos. O mercado de flores e plantas, que pode ser explorado de forma ornamental, medicinal e até mesmo como alimento, tem se expandido devido ao grande crescimento de consumidores que utilizam esses produtos como elementos relacionados a qualidade de vida, ao bem-estar das pessoas e que possibilita levar o contato com a natureza para dentro de casa. O mercado de flores e plantas em sua grande maioria é para fins ornamentais, ou seja, comercializadas como objeto decorativo. Sendo assim, boa parte da preocupação em seu cultivo é a estética do produto final.  Em uma plantação convencional, as flores e plantas ficam constantemente expostas às variações de temperatura. O frio, por exemplo, pode causar má germinação das sementes e reduzir a absorção de nutrientes pelas plantas. O calor excessivo também é prejudicial, pois aumenta a necessidade de água. Nessas condições, as plantas podem sofrer desidratação em razão da transpiração elevada. Além disso, o excesso de chuva e de sol impacta negativamente o desenvolvimento das culturas, afetando tanto o crescimento quanto a qualidade final. Por fim, intempéries como geadas, granizo e temporais podem comprometer diretamente a estética e a integridade das flores e plantas, causando perdas significativas na produção. Vantagens no cultivo protegido de flores e plantas É possível controlar a temperatura Controle da luz e a umidade nas estufas, criando assim condições ideias para a planta ou flor escolhida. Tornando possível o seu cultivo em diferentes regiões do Brasil. Plantar e colher flores durante o ano todo, encurtando o ciclo de produção e reduzindo o efeito da sazonalidade. Considerando que a demanda também é estável durante o ano todo. Menores perdas na produção Maior uniformidade e qualidade das plantas e flores. Em Holambra, cidade do estado de São Paulo, conhecida como “Cidade das Flores”, já que quase metade da produção de flores do Brasil concentra-se nesse município, o cultivo em estufas já é uma prática quase que unânime entre os produtores. Para o cultivo de flores e plantas em sistemas protegidos, podem ser utilizados quatro diferentes tipos de estufas Zanatta, sendo elas a ZannaLeve, ZannaTrel, MaxiVent, ZannaShadow e também a ZannaHouse.  Esta última é ideal para casas, chácaras e cultivos para uso pessoal. Clique para conhecê-las e saber mais sobre suas vantagens e especificidades. Para dúvidas e orçamento entre em contato conosco, contamos com representantes em diversas regiões do Brasil. Conheça o nossa loja online.Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. cultivo de flores | cultivo de flores