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Gotejamento em estufas, principios para um funcionamento adequado.

Gotejamento em estufas, princípios para um funcionamento adequado Gotejamento em estufas, princípios para um funcionamento adequado Uma irrigação correta interfere diretamente na qualidade da produção e na produtividade do seu cultivo. Um levantamento realizado pela EMATER-DF nas bacias do Alto Descoberto e do Riberão Pipiripau, nos anos de 2017 e 2020, constatou que quase a totalidade dos sistemas de irrigação utilizados pelos agricultores não foram dimensionados adequadamente. Estes fatos exigem dos prestadores de assistência técnica ações imediatas para apoiar os agricultores no aumento da eficiência de seus sistemas de irrigação, sob o risco de estes não conseguirem se manter na atividade em um futuro muito breve. Prejuízos da desuniformidade da irrigação Os sistemas de irrigação não dimensionados aumentam custos de produção, reduzem a produtividade e o lucro dos produtores. Na prática, erros de dimensionamento podem ocorrer desde o mangote de sucção, passando pela motobomba e tubos, até chegar aos gotejadores, sendo comum ocorrerem as seguintes situações: O agricultor aplica uma lâmina de irrigação maior para “molhar as áreas secas”, que recebem menos água devido à desuniformidade do sistema de irrigação e, por consequência, os gastos com energia elétrica aumentam. As plantas cultivadas com sistema de irrigação desuniforme estarão mais suscetíveis ao ataque de pragas e, por consequência, os gastos com mão de obra e insumos para o respectivo controle fitossanitário aumentam. O excesso de água pode ocasionar a perda de nutrientes por lixiviação, além de favorecer um microclima favorável a doenças nas plantas cultivadas. A falta de água resulta em danos às raízes, limitando a absorção de água e nutrientes, diminuindo o crescimento e desenvolvimento das culturas e, por consequência, reduzem a produtividade e lucro dos agricultores.   Como identificar problemas O primeiro passo é responder à seguinte pergunta: O sistema de irrigação em avaliação foi dimensionado e montado por um profissional qualificado, experiente e que fez uma visita a sua propriedade para fazer levantamento de campo? Se a resposta for não, comece a se preocupar. Outras situações muito comuns também indicam provável ocorrência de sistemas mal dimensionados, que normalmente implicam em desuniformidade na irrigação: Uso de equipamentos comprados de outro agricultor. Aquisição de tubulações e demais peças em lojas não especializadas, diretamente com o balconista. Além disso, deve-se verificar outros problemas comuns que também tornam os sistemas de irrigação desuniformes: Os tubos gotejadores ou tapes são da mesma marca, modelo, ou pelo menos oferecem a mesma vazão sob uma determinada pressão de serviço, ou são diferentes? Ocorrem vazamentos por meio de furos ou junções inadequadas nos tubos gotejadores? Foram instalados tubos gotejadores “velhos” junto com tubos gotejadores novos na mesma área de cultivo? Os tubos gotejadores foram instalados em aclive com inclinação superior a 2%? O comprimento dos canteiros é superior ao recomendado pelos fabricantes dos tubos gotejadores? A compra do tubo gotejador é feita sem se preocupar com a vazão (litros/ hora/metro)? Como fazer o teste do corpo? Uma outra forma de avaliar a uniformidade do sistema de irrigação por gotejamento é coletar, medir e comparar a água que sai de diferentes locais do seu cultivo. Para fazer esse teste, escolha um setor de irrigação e coloque copos (coletores volumétricos) debaixo dos gotejadores. Ademais, será necessário escolher três diferentes tubos gotejadores e em cada tubo serão instalados dois copos para coleta de água no início e fim do mesmo. Após alguns minutos com o sistema de irrigação em funcionamento, medir e comparar o volume de água coletada em cada coletor. Aqui, novamente vale a dica: uma vez identificada a necessidade de ajustes, deve-se procurar um profissional qualificado para ajustar o sistema de irrigação. Na ponta do lápis Mesmo que haja pressão suficiente fornecida pela motobomba, é muito comum ocorrer um erro no momento da montagem do ramal ou linha de derivação (cano onde são instalados os tubos gotejadores). Muitas vezes, o agricultor instala um número de tubos gotejadores que exigem mais água do que o cano deste ramal ou linha de derivação é capaz de fornecer e, por conseguinte, ocorre desuniformidade de irrigação. Vale destacar que o número máximo de canteiros que podem ser irrigados ao mesmo tempo em um mesmo ramal ou linha de derivação leva em consideração o comprimento dos canteiros, a vazão do tubo gotejador, número de tubos instalados por canteiro, o modelo do cano da linha de derivação e a vazão da motobomba. Como desentupir um tubo de gotajamento em estufas? Quem nunca se deparou com o entupimento dos tubos gotejadores, seja por precipitação de cálcio e ferro presentes na água ou ainda sujeiras (areia, argila, plástico, algas e mucilagem bacteriana)? Neste contexto, existem algumas ações que reduzem o entupimento do gotejamento: Fazer a análise de água para identificação de possíveis elementos formadores de cristais (cálcio, magnésio, enxofre, etc.); Após a instalação e montagem de canos e tubos gotejadores, fazer a limpeza do sistema para eliminação de restos de plásticos; Evitar a mistura de adubos incompatíveis (exemplo: nitrato de cálcio + MAP); Fazer a manutenção (limpeza) periódica dos filtros; Instalar válvulas de final de linha em cada tubo de gotejamento (Figura 4); Usar ácido fosfórico (70 – 100 ml por cada 1.000 metros de tubo gotejador), com aplicação semanal. Como comprar um tubo de gotejamento em estufas? A realidade tem mostrado que poucos agricultores buscam saber a vazão dos tubos gotejadores no momento da compra e montagem do seu sistema de irrigação. E pode até parecer exagero, mas inúmeros agricultores desconhecem que o mercado oferece tubos com vazões diversas, variando de 5,0 litros/hora/ metro até mais de 10 litros/hora/metro. Nós da Zanatta Estufas temos o sistema de gotejamento em estufas adequado para o seu cultivo protegido, se você deseja fazer um sistema de gotejamento em sua estufa agrícola, entre em contato conosco, temos uma equipe especializada preparada para ajudar você ter uma irrigação mais uniforme em seu cultivo. Confira também outras noticias do nosso blog como: Viveiro de mudas, fertilizantes para fertirrigação. O controle de nematoides no cultivo protegido de tomates Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. Gotejamento em estufas Gotejamento em estufas Gotejamento em estufas Gotejamento

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Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas

Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas Desde sua introdução, a plasticultura, o Cultivo Protegido em Estufas mudou muito no Brasil. A utilização de filmes para cobrir as culturas foi chamada de estufas plásticas, termo oriundo das estufas de vidro até então utilizadas para fim agrícola. As casas de vegetação de vidro, ou estufas de vidro, eram, usadas principalmente em empresas de pesquisa para proteger experimentos de várias culturas. A introdução de estufas plásticas foi inicialmente realizada na região sul do Brasil, pela proximidade da petroquímica, e o plano de divulgação da técnica visava a produção de hortaliças durante todo o ano, mesmo durante o período frio de inverno existente nessa região. A ideia a ser lançada era “produzir tudo durante todo o ano”. Essa proposta foi um dos erros iniciais do programa de incentivo da técnica, vindo prejudicar a sua adoção rápida na época. Hoje, sabe-se que a produção em ambientes protegidos por estufas plásticas é uma técnica que veio para ficar, e à medida que o produtor entra em contato com sua utilização correta, ele verifica as possibilidades de melhora da produção, da segurança e economicidade de sua lavoura. Panorama do Cultivo Protegido em Estufas O Brasil é o segundo maior produtor em Cultivo Protegido em Estufas na América Latina, com aproximadamente 30.000 ha em 2019, ficando atrás somente do México, que possuía uma área coberta de 41.000 ha. Mesmo com um crescimento acima das taxas do PIB brasileiro, o crescimento anual de adoção da técnica fica próximo a 5% ao ano, muito abaixo de outros países e regiões que têm taxas próximas a 10%, como Europa e Japão, o que mostra o potencial de crescimento dessa técnica no Brasil. De acordo com alguns autores, as estufas são normalmente utilizadas para cultivos de hortaliças (60%), para flores em média 20% e para frutas e fumo, outros 20%. Evolução do Cultivo Protegido em Estufas A evolução da produção protegida não se deu somente em valores, mas em qualidade também. À medida que o setor produtivo foi se aperfeiçoando e conhecendo melhor a utilização correta de sua produção nesses ambientes, aumentava a necessidade de novas técnicas e estruturas, que apesar de maior investimento inicial, se mostraram mais econômicas a longo prazo, bem como ofereciam maior segurança ao produtor. Novos sistemas de produção, culturas e insumos agrícolas determinaram que os modelos e as estruturas das estufas se adaptassem a essas novas técnicas. A produção fora do solo, por exemplo, necessita de ambiente com cobertura total da chuva e que os modelos sejam adequados a ela. A utilização de produtos biológicos para controle de pragas foi outra técnica que necessitou de condições especiais dos ambientes. Outro fator foi o aumento de demanda por produtos de melhor qualidade sem uso de químicos em sua produção, como a orgânica, fundamental para evolução de modelos e acessórios de controle do ambiente. Inicialmente as estufas foram construídas sobre estruturas de madeira e cobertura com filmes plásticos. Alguns modelos se mostravam eficientes na produção, porém, com baixa resistência a ventos. Até hoje se usam esses tipos simples de estufas, mas o que se observa é que o produtor tende a adotar um outro modelo mais adequado à fixação do plástico, como as coberturas de arco em tubo metálico. Outros produtores, ainda exigindo maior qualidade, adotam estruturas de aço, que possuem uma vida útil maior que as de madeira.   Cobertura do Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas A cobertura das laterais com telas é uma outra técnica que vem aumentando sua utilização para evitar o ataque de pragas-inseto, que normalmente são controladas com químicos. A adoção dessas telas para alguns usos necessita de maior pé-direito ou altura da estrutura, para que a área de ventilação seja maior, adequando o ambiente para o cultivo. Com o uso de telas a estrutura fica mais guarnecida também de outros patógenos, se tornando adequada para que se faça antessala na entrada, com aumento do isolamento desses problemas, podendo ser usada também para desinfecção dos calçados e colocação de roupas de proteção. A cobertura das estruturas sempre foi variada, dependendo da região ou do fabricante, a exemplo daquelas com pouca declividade ou plana, usadas na cobertura de parreirais, coberturas em duas águas ou estufas capela, e as mais utilizadas atualmente, em arco. Essas estruturas podem ou não ter ventilação zenital, ou ventilação na sua parte superior ou nos frontais da estufa, visando uma melhor renovação do ar interior, que normalmente é muito úmido. Também existem as estufas conjugadas, que são estruturas ligadas umas às outras, aumentando o tamanho da área coberta. Esses modelos normalmente possuem laterais com tela, e necessitam de altura maior que modelos individuais. Fora do Solo Outra técnica que está apresentando crescimento significativo ultimamente é o cultivo fora de solo, em que o produtor retira as raízes do solo e utiliza um substrato artificial, o qual é irrigado com solução nutritiva (fertirrigação) para o desenvolvimento das plantas. Esses sistemas utilizam vasos ou calhas, onde as plantas se desenvolvem. Para maior facilidade e limpeza dentro das estruturas, alguns estão pavimentando o seu interior, onde são colocados os recipientes com os substratos. Essa técnica determina que o piso seja adequado ao tipo de microclima interno necessário, normalmente necessitando que sua cor seja reflexiva para que não aumente muito a temperatura. Também é importante ressaltar que se a estrutura para fixação do plástico for usada para fixação de plantas, essa deve ser reforçada para aguentar esses esforços extras. Modelos atuais, além de modificarem o microclima, como as estruturas menos equipadas, têm possibilidade de ser controladas usando equipamentos especiais de aquecimento, sombreamento, resfriamento, ventilação, exaustão, complementação luminosa, dentre outros. Estufas com esses equipamentos são as que mais evoluíram dentro do sistema de produção, mas são estruturas adequadas a tipos específicos de cultivo de alto retorno ou valor, visto que possuem custo elevado e, na maioria das vezes, permitem a automação do controle.   Vantagens do Cultivo Protegido em Estufas Os diferentes modelos proporcionam diferentes vantagens às culturas, desde os modelos

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Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade.

Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade Com o passar dos anos, as mudanças climáticas tornam-se cada vez mais intensas, enquanto cresce o desejo por maior produtividade no cultivo, exigindo soluções mais eficientes e sustentáveis. Do ponto de vista da agricultura, estas alterações trazem prejuízos econômicos para os produtores. As plantas estão sofrendo com a incidência solar e apresentando sintomas de queimaduras, além de sintomas de perda de água, gerando desidratação. Deste modo, a melhor saída para proteger as plantas mais sensíveis das intempéries climáticas é o cultivo em estufas. O plantio em estufa representa um exemplo de cultivo em ambiente protegido, oferecendo um microclima adequado para o desenvolvimento da cultura. Muitas culturas apresentam resultados superiores, quando produzidas em estufas, principalmente hortaliças, legumes e frutos. Isto ocorre, principalmente, pelo fato de as estufas proporcionarem condições climáticas controladas, isolando as intempéries climáticas que podem vir a surgir. Opções O cultivo nas estufas pode ser em Vasos, Sistemas de hidroponia, ou o plantio diretamente no solo. Deste modo, pode ser um sistema simples ou pode-se fazer uso de mais tecnologias. As estufas podem ser pequenas, cobrindo apenas pequenos espaços ou bancadas, ou ainda podem cobrir grandes áreas. Sendo construídas em aço galvanizado, plásticos transparentes, sombrite, dentre outros materiais. As estruturas laterais podem ser movidas, como cortinas, a depender das condições climáticas, controlando as condições internas, bem como telas de sombrite podem ser utilizadas para controlar a luminosidade que chega às plantas. Quanto à estrutura, as estufas podem ser do tipo capela, sendo a estrutura semelhante à de um galpão ou aviário, apresentando duas abas de cobertura inclinadas, com altura mínima de três metros e espaço interno arejado. As estufas podem ainda ser do tipo arco, mais elaboradas, com teto abaulado, possibilitando um maior aproveitamento da luz. Neste exemplo, o custo de implantação é maior, mas em contrapartida traz maiores ganhos de produtividade, sendo assim, mais utilizadas. Orientação No geral, as estufas são construídas na orientação leste-oeste, para serem beneficiadas com a radiação solar. Assim, há menos problemas com sombreamento das vigas da estrutura. São construídas levando em consideração o sentido da direção dos ventos predominantes, nunca na direção perpendicular dos mesmos. No seu interior, sempre que possível, as plantas também devem ser organizadas na orientação leste-oeste. O cultivo protegido não envolve apenas a proteção das plantas contra os fatores do meio ambiente. Neste sistema há uma alteração em todo o mecanismo das plantas. É importante controlar as condições ambientais, mas permitir a entrada de sol e vento de maneira indireta. As plantas não podem sofrer alterações na sua fotossíntese por redução de luminosidade. Garantir um desempenho satisfatório na fotossíntese implica em ganhos diretos na produtividade. Além disso, a falta de ventilação pode acarretar em problemas fitossanitários. No interior das estufas, a temperatura é controlada por termômetros. Em casos de controle de temperaturas elevadas, em que há excesso de calor, pode-se realizar o controle por meio de telas de sombreamento, abertura das cortinas laterais, bem como podem ser acionados exautores ou outros sistema de refrigeração. Já nos dias mais frios e com pouca luminosidade, o problema pode ser solucionado fazendo uso de iluminação artificial e aquecedores. Em relação ao controle da umidade do ar, está diretamente relacionado com a prática de irrigação das plantas. A água consegue equilibrar a sensação térmica, e ao mesmo tempo mantém as plantas hidratadas. Além disso, podem ser utilizados ventiladores que liberam partículas de água para refrescar o ambiente e aumentar a umidade relativa. Sob controle O controle das condições climáticas precisa ser realizado de maneira correta, mantendo a temperatura e umidade adequadas para as plantas. É fundamental que o ambiente interior das estufas seja arejado e com uma boa circulação de ar para evitar problemas fitossanitários. Outro ponto importante é realizar a irrigação da forma correta, evitando molhamento foliar, para não criar um microclima adequado para os patógenos de plantas. A maioria das doenças é beneficiada em situações de umidade e temperatura elevada, onde há o abafamento das plantas. Nestes casos, o espaçamento entre plantas e entrelinhas é outro ponto fundamental. Vantagens As estufas apresentam também como vantagem a contenção da entrada de animais, pássaros, insetos-pragas e insetos vetores de doenças. A barreira física é um bom aliado, impedindo a entrada de organismos que vão causar prejuízos às plantas. As barreiras podem ainda atuar contendo esporos que são levados pelos ventos. Com isso, há uma redução da necessidade de aplicação de produtos fitossanitários. Em casos onde há infestação de doenças na parte aérea, recomenda-se realizar o descarte da parte aérea logo após o cultivo e desinfestar o local antes da instalação do próximo cultivo. Quando os problemas são com doenças no sistema radicular, ou pragas de solo, é recomendado o descarte do sistema radicular. Assim, há uma redução do inóculo inicial ou da praga e possibilita um melhor tratamento do solo antes de instalar a próxima cultura. Em relação às plantas daninhas, em cultivos protegidos os problemas são menores. O controle é efetuado logo que se constata o problema, gerando um banco de sementes menor, além do fato de que as sementes não são trazidas por ventos e animais. Controle de tripes na hidroponia. Manejo integrado controle eficiente de pragas e doenças em hidroponia. Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram.

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Produção em estufa agrícola, conhecendo essa vantajosa estrutura

Produção em estufa agrícola: conheça essa estrutura vantajosa. Produção em estufa agrícola: conheça essa estrutura vantajosa A produção em estufa agrícola consiste na utilização de estruturas projetadas para criar um ambiente protegido e controlado para o cultivo de diversas culturas. Essas estufas são cobertas, em sua maioria, por plástico filme transparente, que deve apresentar alta resistência e flexibilidade. O material mais utilizado é o polietileno de baixa densidade (PEBD), amplamente empregado por sua durabilidade e eficiência na transmissão de luz. A estrutura de sustentação das estufas agrícolas pode ser construída em diferentes materiais, como madeira, ferro ou concreto. No entanto, fatores como segurança, resistência e vida útil devem ser considerados. Uma das soluções mais eficientes é o uso de aço galvanizado a fogo, que garante maior durabilidade, podendo alcançar de 10 a 60 anos, dependendo das condições ambientais. Por isso, essa opção é amplamente recomendada para sistemas de produção em estufa agrícola. Inicialmente, as estufas agrícolas eram utilizadas principalmente em regiões de clima frio, com o objetivo de proteger as culturas contra baixas temperaturas. Com o avanço das tecnologias e do manejo agrícola, sua aplicação se expandiu, tornando a produção em estufa agrícola uma alternativa viável e vantajosa em diversas regiões e sistemas produtivos. Principais benefícios da produção em estufa agrícola Produtores que adotam a produção em estufa agrícola dificilmente retornam ao cultivo convencional a céu aberto, devido aos inúmeros benefícios proporcionados por esse sistema. As estufas oferecem proteção contra intempéries climáticas, como frentes frias, excesso de chuvas, granizo, ventos fortes e incidência direta da radiação solar, preservando a integridade e a qualidade das culturas. Outro grande diferencial da produção em estufa agrícola é a possibilidade de realizar colheitas ao longo de todo o ano. O controle da temperatura interna permite um fornecimento contínuo ao mercado, contribuindo para a estabilidade da produção e maior lucratividade ao produtor. A cobertura das estufas também reduz a entrada de pragas, especialmente insetos comuns em cultivos abertos, que podem causar danos às folhas e aos frutos. Com isso, há menor necessidade de intervenções químicas. Além disso, a produção em estufa agrícola acelera o ciclo das plantas devido ao ambiente mais estável e controlado, possibilitando maior número de safras ao longo do ano. O uso mais eficiente de recursos como água, nutrientes e fertilizantes também se destaca como um importante benefício. Modelos de estufas agrícolas As estufas agrícolas não são todas iguais. A evolução do conhecimento técnico permitiu o desenvolvimento de modelos específicos para diferentes tipos de cultivo, otimizando a produção em estufa agrícola conforme a necessidade do produtor. ZannaLeve – Estufa agrícola em arco oblongo, indicada para o cultivo protegido de hortaliças, morango, tomate, pimentão, flores, mudas e pesquisas. ZannaTrel – Estrutura com arco treliçado, permitindo vãos livres de até 10 metros sem colunas internas. MaxiVent – Modelo com ampla abertura superior, proporcionando excelente circulação de ar. Disponível nas versões: MaxiVent Padrão: abertura inclinada de até 1,50 m, indicada para diversas culturas. MaxiVent com cortinas: abertura de até 1,80 m, permitindo maior controle climático. ZannaShadow – Estrutura de telado com cobertura plana e tubos no perímetro, ideal para controle de radiação solar. ZannaVenlo – Estufa com cobertura em duas águas, podendo contar com treliça horizontal que possibilita grandes vãos livres. ZannaAcqua – Estruturas desenvolvidas para tanques circulares de menor dimensão, utilizadas em berçários e raceways, alcançando até 13 metros de diâmetro sem apoio central. Se restou alguma dúvida sobre qual modelo é mais adequado para sua produção em estufa agrícola, entre em contato para obter mais informações e definir a melhor solução para o seu cultivo. Em quais culturas utilizar a produção em estufa agrícola? Atualmente, a produção em estufa agrícola é amplamente utilizada em diferentes segmentos, contribuindo para maior eficiência e segurança produtiva. Entre as principais culturas, destacam-se: Hortaliças – Cultivo de hortaliças em estufas agrícolas Tomate – Principais vantagens do cultivo protegido do tomate Morango – 10 benefícios na produção de morango em estufas agrícolas Mudas de cana-de-açúcar – Uso de estufas na produção de mudas de cana-de-açúcar Mudas de citrus – Produção de mudas de Citrus em sistema hidropônico Cannabis – Produção de cannabis em estufas agrícolas Camarão – Cultivo de camarão longe do mar A produção em estufa agrícola também está diretamente relacionada à rastreabilidade, uma ferramenta essencial para garantir a segurança alimentar e a qualidade dos produtos cultivados. Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. Por. CampoeNegocio

estufa de cannabis
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Produção de cannabis em estufas agrícolas

Produção de cannabis em estufas agrícolas Produção de cannabis em estufas agrícolas A Cannabis sativa é uma planta que historicamente gera debates quando o assunto envolve seus benefícios e possíveis malefícios. No entanto, à medida que as pesquisas científicas avançam, cresce também o reconhecimento dos efeitos positivos da cannabis, especialmente no contexto medicinal. Diversos estudos comprovam que a cannabis e seus derivados possuem propriedades terapêuticas importantes, auxiliando no tratamento de dores crônicas, insônia, náuseas, perda de apetite e efeitos colaterais de terapias agressivas, como a quimioterapia. Por esse motivo, a cannabis medicinal vem ganhando espaço em diferentes países. Cannabis medicinal e legislação No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regulamentou, em 2019, o uso de produtos à base de cannabis para fins medicinais. Entre os principais compostos utilizados estão o THC (tetra-hidrocanabinol) e o CBD (canabidiol). Apesar dessa regulamentação permitir a importação e comercialização de produtos derivados, o cultivo em território nacional ainda é proibido, salvo por decisões judiciais específicas. Por esse motivo, a produção de cannabis ocorre principalmente em países onde o cultivo é autorizado. Cultivo de ao redor do mundo Em países como o Uruguai, Canadá e algumas regiões dos Estados Unidos e da Europa, o cultivo de cannabis é legalizado e regulamentado. Nessas localidades, produtores buscam constantemente técnicas que aumentem a produtividade, a qualidade e a previsibilidade das colheitas. O cultivo em campo aberto, apesar de mais barato, apresenta diversas limitações. A planta fica vulnerável às condições climáticas, pragas, doenças e variações de temperatura e umidade, fatores que impactam diretamente a produtividade e a padronização do produto final. Por que investir em estufas agrícolas? É nesse cenário que o cultivo de cannabis em estufas agrícolas se destaca como uma solução altamente eficiente. As estufas agrícolas permitem criar um ambiente controlado, reduzindo riscos e aumentando o desempenho da planta. O uso de estufas agrícolas possibilita controlar fatores essenciais como: Temperatura Umidade relativa do ar Incidência solar Ventilação Fotoperíodo Esse nível de controle garante plantas mais saudáveis, ciclos mais curtos e maior previsibilidade de produção. Cultivo protegido x cultivo indoor O cultivo indoor de cannabis, muito comum em pequenas produções, depende exclusivamente de iluminação artificial, geralmente com lâmpadas de sódio de alta pressão ou LEDs. Embora eficiente, esse sistema possui custos elevados com energia elétrica e refrigeração. Já o cultivo em estufas agrícolas combina o melhor dos dois mundos: aproveita a luz solar natural e permite complementação com iluminação artificial quando necessário. Isso resulta em maior eficiência energética e melhor desenvolvimento das plantas. Benefícios do cultivo em estufas agrícolas Entre os principais benefícios, destacam-se: Possibilidade de mais de uma colheita por ano. Redução de perdas causadas por clima extremo Maior controle fitossanitário Padronização da produção Aumento da produtividade por metro quadrado Melhor qualidade dos florescimentos Além disso, o cultivo protegido permite adaptar a produção a diferentes regiões climáticas, respeitando sempre a legislação local. Controle ambiental no cultivo As estufas agrícolas possibilitam o uso de sistemas avançados de controle climático. No cultivo em estufas agrícolas, é comum a integração de tecnologias como: Sistemas de aquecimento Refrigeração evaporativa Ventilação forçada Controle de umidade Sistemas de blackout para controle do fotoperíodo Esses recursos são fundamentais para induzir corretamente as fases vegetativa e de floração da cannabis, garantindo maior eficiência produtiva. Estufas agrícolas Para atender às demandas específicas do cultivo de cannabis em estufas agrícolas, é essencial escolher estruturas adequadas. As estufas devem oferecer resistência, durabilidade e flexibilidade para instalação de sistemas tecnológicos. A Zanatta Estufas Agrícolas desenvolve modelos específicos que podem ser utilizados no cultivo de cannabis, entre eles: ZannaLeve ZannaTrel MaxiVent ZannaShadow Cada modelo atende a diferentes necessidades de cultivo, desde pequenos projetos até produções em larga escala. Sistemas complementares  Além da estrutura da estufa, o cultivo de cannabis exige sistemas complementares para maximizar os resultados. Entre eles estão: Sistemas de aquecimento Sistemas de refrigeração Iluminação complementar Sistemas de escurecimento (blackout) Automação climática Esses recursos permitem um controle preciso do ambiente, fator decisivo para o sucesso do cultivo de cannabis em estufas agrícolas. Produção com mais segurança e qualidade A utilização de estufas agrícolas reduz significativamente os riscos associados ao cultivo, oferecendo maior segurança ao produtor. É possível planejar melhor a produção, reduzir desperdícios e atender padrões rigorosos de qualidade exigidos pelo mercado medicinal. Esse modelo de produção também favorece a rastreabilidade, algo cada vez mais importante para mercados regulamentados. Conclusão O cultivo de cannabis em estufas agrícolas representa uma evolução tecnológica no setor agrícola, unindo sustentabilidade, eficiência e alta produtividade. Em países onde o cultivo é legalizado, essa prática já se consolidou como um dos métodos mais eficientes para a produção de cannabis medicinal. Com o avanço das pesquisas e da regulamentação, a tendência é que o cultivo protegido de cannabis continue crescendo, impulsionado pela busca por qualidade, controle e segurança produtiva Estufas da Zanatta Estufas Para o cultivo de Cannabis em sistemas protegidos, podem ser utilizados quatro diferentes categorias de estufas Zanatta, sendo elas a ZannaLeve, ZannaTrel, MaxiVent, ZannaShadow, além dos sistemas de controle de clima como: Aquecimento, Refrigeração, Iluminação e sistema Black-out de Escurecimento. Clique para conhecê-los e saber mais sobre suas vantagens e especificidades. Para dúvidas e orçamento entre em contato conosco. Clique aqui e veja o depoimento do Ivan e Pablo da empresa Vira-vira