Morango

sistema certo de produzir morango
Estufas, Morango

Morango Semi Hidropônico, como funciona o cultivo suspenso 01

Morango semi hidropônico, como funciona o cultivo suspenso. Morango semi hidropônico, como funciona o cultivo suspenso O sistema de morango semi hidropônico pode ser melhor definido como hidropônico em substrato ou sistema. A aplicação da solução de nutrientes se dá por sistema de gotejamento. A coleta da solução drenada após passar pelas raizes e substrato é de suma importância, tanto para evitar impactos ambientais e melhor manejo fitossanitário no cultivo protegido, assim como para monitorar o estado nutricional das plantas, uma vez que a coleta desta  solução é uma forma de monitorar e proceder o manejo nutricional da cultura, tais como adubação, pela avaliação da condutividade elétrica, como o controle do pH do meio. Assim sendo, a hidroponia em substrato, em função de suas vantagens, caracteriza-se por um sistema de cultivo em ampla expansão para o morangueiro e, de certa forma, para as hortaliças frutíferas, como o tomate, pimentão e pepino. Beneficios Por ser um sistema de morango semi hidropônico, ele agrega inúmeras vantagens, tais como melhor equilíbrio nutricional e aumento do ciclo produtivo do morango, como aumento da produção e produtividade. Um dos fatores a ser avaliado é o reuso do substrato, por dois a três anos, uma vez que o custo da produção esta atrelado à renovação do substrato e aquisição de mudas, os quais impactam diretamente, assim como carecem de janelas de compra, necessitando de um cronograma para a renovação de ciclo cultural. O Morango Semi Hidropônico Por serem as plantas mais equilibradas, cultivar morango em sistema hidropônico com substrato pode agregar muito valor ao produto, por possibilitar a produtor a alteração de flavor, tamanho e ciclo da fruta, em função não somente do manejo nutricional, mas também da escolha adequada das variedades a serem plantadas. Manejo do morango semi hidropônico Cuidados na escolha da estufas agrícola são fundamentais pois a alteração da temperatura desse ambiente fará com que a planta responda de forma diferente ao esperado, com aumento do ciclo vegetativo. Assim as estufas devem ser projetadas com pé direito adequado, módulos e vãos bem dimensionados. O fechamento com tela deve ser elaborado com cuidado, pois quando mal dimensionado, pode favorecer a baixa polinização da cultura, assim como o aumento da UR%, o que pode levar a disseminação de Botrytis cinérea, fungo que pode causar perdas significativas ao produtor de morango. Quanto ao sistema, a recomendação atual é pelo recolhimento da solução nutritiva, assim, sistemas que favoreçam este aspecto são preferíveis. A escolha do substrato é fundamental, assim como os recipientes para armazenar-los. Atualmente, o uso é direcionado para os salas. Quanto ao sistema, a recomendação atual é pelo recolhimento da solução nutritiva, assim, sistemas que favoreçam este aspecto são preferíveis. A escolha do substrato é fundamental, assim como os recipientes para armazená-los. Atualmente, o uso é direcionado para os slabs. É fundamental que a irrigação seja bem dimensionada, sendo recomendável o uso de emissores com autorregulação de vazão. A filtração da água e fertilizantes deve ser controlada, pois entupimentos são indesejáveis Mudas Morango Semi Hidropônico A escolha da muda em função do microclima possui aspecto agronômico relevante, e fará toda a diferença uma escolha regional adequada. O plantio destas mudas, que são comercializadas na forma de estolões, merece atenção especial, pois os primeiros 30 dias são críticos para a formação dos talhões. Em especifico, atenção especial deve ser dada ao período de enraizamento formação das folhas e rustificação das mudas. A mudança de balanço entre nutrientes, tais como: N, Ca , Mg, K e B é inexorável de acordo com os estádios, uma vez que o balanço adequado na floração e na frutificação determinará a produtividade, seja ela por planta ou em toneladas por hectare. De modo geral, a associação efetiva de controle no manejo (nutricional, de irrigação, fitossanitário) associada aos tratos culturais (podas sucessivas, polinização e retirada de estolões) fará com que o produtor tenha sucesso no cultivo do morangueiro em hidroponia em substrato.   Produtividade morango semi hidropônico O cultivo do morango semi hidropônico tem se caracterizado por apresentar produtividades superiores ao morangueiro cultivando a campo não somente pelo ganho em produtividade (25 a 30%), mas  pela qualidade do fruto, tanto em peso e calibre quanto pelo ganho de flavor. Mas, o que se destaca é o aumento do ciclo produtivo, podendo se estender por quase todo o ano em algumas regiões do Brasil. é verdade que a cultura apresenta, em alguns momentos, redução na produção de flores, culminando em periodos curtos de entressafra, porém, com retomada a curto prazo dos ciclões produtivos. Estes ciclos podem se estender por ate três anos consecutivos. Existem relatos de produtões na região da Chapada Diamantina que estão entrando no quarto ano produtivo, sem a necessidade de renovação da cultura (mudas + substratos). Este é um fator relevante de valor agregado, além de impactar positivamente no custo de produção desta cultura. Desafios morango semi hidropônico Erros de manejo, tais como: o não monitoramento da EC e do pH no substrato, a partir da avaliação da solução drenada;  o excesso de irrigação ou o desajuste desta, favorecendo tanto a lavagem do substrato quanto a salinização do mesmo; o ineficiente controle de pragas, como ácaros e doenças, como o Botrytis Cinerea, podem ser fatais para o cultivo. Erro na manutenção do sistema de filtragem, com aumento do entupimento e necessidade de substituição da irrigação; o não conhecimento adequado da química de soluções, com o favorecimento da formação de precipitados insolúveis, causando danos físicos ao sistema de irrigação e nutricionais ao plantio, com significativa deficiência de Ca, P e Mg podem ser evitados a partir de muito trabalho e constante pesquisa. Como agregar à técnica O uso de aminoácidos, reguladores de crescimento e adubação foliar com boro(B) são as técnicas mais recomendadas para a cultura, uma vez que, por ser uma cultura de alto valor agregado, as aplicações destas tecnologias se pagam. A escolha adequada da variedade, associada ao conhecimento do microclima regional, pode favorecer a produção no decorrer do ano, com incrementos significativos em lucratividade. Compensa? Mesmo com

cultivo protegido em estufas
Camarão, cannabis, Cogumelo, Cultivos, Estufas, Eventos, Flores, Florestal e mudas, Garden center, Hortaliças, Morango, Peixe, Pesquisa, Pimentão, Plantas, Tomate, Zanatta

Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas

Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas Desde sua introdução, a plasticultura, o Cultivo Protegido em Estufas mudou muito no Brasil. A utilização de filmes para cobrir as culturas foi chamada de estufas plásticas, termo oriundo das estufas de vidro até então utilizadas para fim agrícola. As casas de vegetação de vidro, ou estufas de vidro, eram, usadas principalmente em empresas de pesquisa para proteger experimentos de várias culturas. A introdução de estufas plásticas foi inicialmente realizada na região sul do Brasil, pela proximidade da petroquímica, e o plano de divulgação da técnica visava a produção de hortaliças durante todo o ano, mesmo durante o período frio de inverno existente nessa região. A ideia a ser lançada era “produzir tudo durante todo o ano”. Essa proposta foi um dos erros iniciais do programa de incentivo da técnica, vindo prejudicar a sua adoção rápida na época. Hoje, sabe-se que a produção em ambientes protegidos por estufas plásticas é uma técnica que veio para ficar, e à medida que o produtor entra em contato com sua utilização correta, ele verifica as possibilidades de melhora da produção, da segurança e economicidade de sua lavoura. Panorama do Cultivo Protegido em Estufas O Brasil é o segundo maior produtor em Cultivo Protegido em Estufas na América Latina, com aproximadamente 30.000 ha em 2019, ficando atrás somente do México, que possuía uma área coberta de 41.000 ha. Mesmo com um crescimento acima das taxas do PIB brasileiro, o crescimento anual de adoção da técnica fica próximo a 5% ao ano, muito abaixo de outros países e regiões que têm taxas próximas a 10%, como Europa e Japão, o que mostra o potencial de crescimento dessa técnica no Brasil. De acordo com alguns autores, as estufas são normalmente utilizadas para cultivos de hortaliças (60%), para flores em média 20% e para frutas e fumo, outros 20%. Evolução do Cultivo Protegido em Estufas A evolução da produção protegida não se deu somente em valores, mas em qualidade também. À medida que o setor produtivo foi se aperfeiçoando e conhecendo melhor a utilização correta de sua produção nesses ambientes, aumentava a necessidade de novas técnicas e estruturas, que apesar de maior investimento inicial, se mostraram mais econômicas a longo prazo, bem como ofereciam maior segurança ao produtor. Novos sistemas de produção, culturas e insumos agrícolas determinaram que os modelos e as estruturas das estufas se adaptassem a essas novas técnicas. A produção fora do solo, por exemplo, necessita de ambiente com cobertura total da chuva e que os modelos sejam adequados a ela. A utilização de produtos biológicos para controle de pragas foi outra técnica que necessitou de condições especiais dos ambientes. Outro fator foi o aumento de demanda por produtos de melhor qualidade sem uso de químicos em sua produção, como a orgânica, fundamental para evolução de modelos e acessórios de controle do ambiente. Inicialmente as estufas foram construídas sobre estruturas de madeira e cobertura com filmes plásticos. Alguns modelos se mostravam eficientes na produção, porém, com baixa resistência a ventos. Até hoje se usam esses tipos simples de estufas, mas o que se observa é que o produtor tende a adotar um outro modelo mais adequado à fixação do plástico, como as coberturas de arco em tubo metálico. Outros produtores, ainda exigindo maior qualidade, adotam estruturas de aço, que possuem uma vida útil maior que as de madeira.   Cobertura do Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas A cobertura das laterais com telas é uma outra técnica que vem aumentando sua utilização para evitar o ataque de pragas-inseto, que normalmente são controladas com químicos. A adoção dessas telas para alguns usos necessita de maior pé-direito ou altura da estrutura, para que a área de ventilação seja maior, adequando o ambiente para o cultivo. Com o uso de telas a estrutura fica mais guarnecida também de outros patógenos, se tornando adequada para que se faça antessala na entrada, com aumento do isolamento desses problemas, podendo ser usada também para desinfecção dos calçados e colocação de roupas de proteção. A cobertura das estruturas sempre foi variada, dependendo da região ou do fabricante, a exemplo daquelas com pouca declividade ou plana, usadas na cobertura de parreirais, coberturas em duas águas ou estufas capela, e as mais utilizadas atualmente, em arco. Essas estruturas podem ou não ter ventilação zenital, ou ventilação na sua parte superior ou nos frontais da estufa, visando uma melhor renovação do ar interior, que normalmente é muito úmido. Também existem as estufas conjugadas, que são estruturas ligadas umas às outras, aumentando o tamanho da área coberta. Esses modelos normalmente possuem laterais com tela, e necessitam de altura maior que modelos individuais. Fora do Solo Outra técnica que está apresentando crescimento significativo ultimamente é o cultivo fora de solo, em que o produtor retira as raízes do solo e utiliza um substrato artificial, o qual é irrigado com solução nutritiva (fertirrigação) para o desenvolvimento das plantas. Esses sistemas utilizam vasos ou calhas, onde as plantas se desenvolvem. Para maior facilidade e limpeza dentro das estruturas, alguns estão pavimentando o seu interior, onde são colocados os recipientes com os substratos. Essa técnica determina que o piso seja adequado ao tipo de microclima interno necessário, normalmente necessitando que sua cor seja reflexiva para que não aumente muito a temperatura. Também é importante ressaltar que se a estrutura para fixação do plástico for usada para fixação de plantas, essa deve ser reforçada para aguentar esses esforços extras. Modelos atuais, além de modificarem o microclima, como as estruturas menos equipadas, têm possibilidade de ser controladas usando equipamentos especiais de aquecimento, sombreamento, resfriamento, ventilação, exaustão, complementação luminosa, dentre outros. Estufas com esses equipamentos são as que mais evoluíram dentro do sistema de produção, mas são estruturas adequadas a tipos específicos de cultivo de alto retorno ou valor, visto que possuem custo elevado e, na maioria das vezes, permitem a automação do controle.   Vantagens do Cultivo Protegido em Estufas Os diferentes modelos proporcionam diferentes vantagens às culturas, desde os modelos

sistema certo de produzir morango
Cultivos, Estufas, Morango, Zanatta

O Sistema Certo para Produzir Morangos

Sistema certo para produzir morangos. Sistema certo para produzir morangos. O Rio Grande do Sul é um dos maiores produtores de morangos do Brasil em sistema tradicional, isto é, sobre canteiros preparados no solo com uso de lonas plásticas (mulching) e sistema de gotejamento. Também se utilizam túneis baixos para proteção das plantas contra intempéries. Entretanto, nos últimos anos, sistemas inovadores de produção têm impulsionado a cultura e levado a produção de morangos para sistemas fora do solo. Sistemas fechados ou abertos são opções rentáveis que mitigam o trabalho, potencializam a produção ao longo de todos os meses do ano, reduzem o impacto e os efeitos da aplicação de agrotóxicos na cultura. Os tipos de sistema O sistema de cultivo fora do solo pode ser classificado em sistema fechado ou sistema aberto. No sistema fechado, a solução nutritiva que passa pelas raízes das plantas é coletada e retorna ao reservatório de origem, permitindo sua reutilização. Já no sistema aberto, a solução aplicada não retorna ao reservatório, ocorrendo a perda da solução nutritiva não absorvida durante a fertirrigação. Esse fator representa o principal problema desse sistema, pois o excedente pode contaminar o solo e, em casos mais graves, atingir lençóis freáticos e cursos d’água, gerando impactos ambientais relevantes. O sistema de cultivo aberto apresenta como principal vantagem a facilidade de aquisição dos componentes, além da simplicidade na instalação e no manejo. Atualmente, existem diversas empresas especializadas que fornecem praticamente todos os materiais necessários para a implantação desse tipo de sistema. O manejo também é de fácil compreensão para os agricultores, já que possui grande semelhança com o cultivo tradicional em canteiros no solo. No entanto, por razões econômicas e ambientais, observa-se uma tendência crescente de migração para o sistema de cultivo fechado, que utiliza substratos agrícolas e a recirculação da solução nutritiva, promovendo maior eficiência no uso de insumos e menor impacto ambiental (LIETEN et al., 2004; ANDRIOLO et al., 2009). Vantagens do plantio fora do solo. Os sistemas de produção de morango fora do solo apresentam algumas vantagens, quando comparados com sistemas de produção no solo, sendo as principais: Possibilidade de obtenção de produções durante os doze meses do ano. Viabilidade de produção em uma mesma área durante longo tempo, evitando-se a necessidade de rotação de culturas. Redução de problemas fitossanitários, principalmente os relacionados ao sistema radicular, em virtude de as plantas serem cultivadas em substrato. Proteção das plantas dos efeitos da chuva e maior ventilação, condições que minimizam o estabelecimento de doenças. Menor pressão de doenças, permitindo a substituição parcial dos agrotóxicos por praticas culturais adequadas, uso de agentes de controle biológico, assim como produtos alternativos, reduzindo o nível de contaminação dos frutos. Ergonomia do sistema, resultando em menores riscos à saúde do trabalhador envolvido diariamente com a cultura. Além das vantagens citadas, podemos destacar como benefícios adicionais a maior produtividade e a qualidade da fruta, proporcionando ciclos de produção que podem se estender durante o ano inteiro (MORAES; F URLANI, 1999; ANTUNES; DUARTE FILHO, 2003). A produção de morangueiro fora do solo pode chegar a triplicar o potencial de uso da área de terra (BORTOLOZZO et al., 2007). Variações no sistema de produção fora do solo. Sistema aberto: o sistema de produção aberto fora do solo é assim denominado por não reaproveitar a solução drenada (não absorvida pela planta) durante o ciclo produtivo. Atualmente, esse sistema é o mais utilizado quando se fala em produção de morangos fora do solo, independente da região. É um sistema considerado de relativa facilidade de manejo por parte do produtor, sendo que para tal sistema já́ existe um pacote tecnológico bem definido, que envolve indicação de substratos e cultivares, instalação de estruturas, assim como da nutrição nas diferentes fases de desenvolvimento da cultura. Sistema fechado: o sistema de produção fechado ou circulante é dotado de estruturas que permitem que a solução nutritiva utilizada no sistema que não for absorvida pelas plantas seja coletada e direcionada novamente para o reservatório de abastecimento do sistema, sendo a mesma fornecida novamente às plantas. O sistema circulante é considerado uma alternativa para minimizar a contaminação ambiental ocasionada pelo cultivo, sendo mais eficiente no uso de nutrientes e água. Escolha do local A escolha da área onde serão instaladas as estruturas de produção de morango fora do solo é o ponto de partida, pois uma decisão equivocada pode levar o sistema à ineficiência produtiva. Sendo assim, algumas recomendações devem ser levadas em consideração: Dar preferência para áreas com boa incidência de luz solar, não devendo ter obstáculos principalmente do lado leste da estufa/túnel. A área deve apresentar drenagem eficiente. Escolher um local que apresente superfície do solo plana, e quando não for possível, é recomendado o nivelamento do terreno, visando evitar problemas com o sistema de irrigação. Optar por áreas que apresentem boa ventilação, porém, sem incidência excessiva de ventos. Em locais muito expostos, a instalação de quebra-ventos deve ser realizada para aumentar a segurança e durabilidade das instalações. Sempre que possível, optar por áreas próximas às sedes das propriedades, para facilitar um melhor acompanhamento de todo o processo produtivo. O local a ser escolhido deve apresentar, obrigatoriamente, energia elétrica e água de qualidade. Em locais com redes elétricas instáveis é recomendado que se tenha gerador de energia elétrica para segurança do sistema, principalmente nos sistemas fechados. Os slabs No caso do sistema de cultivo aberto, geralmente as plantas são cultivadas em ‘slabs’, sendo uma embalagem plástica (PEBD) tubular, preferencialmente de cor branca externamente e internamente preta, para evitar aquecimento excessivo do substrato que é colocado em seu interior, bem como evitar a germinação de sementes que possam existir ali. Os ‘slabs’ podem ser adquiridos prontos (com substrato) ou vazios, para que o produtor prepare o seu próprio substrato e realize o enchimento na propriedade, reduzindo o custo, além de garantir maior controle sobre o substrato utilizado e seus componentes. Atualmente, existem disponíveis no mercado plásticos especialmente destina- dos à confecção dos ‘slabs’, com distintas dimensões e espessuras. As larguras mais comuns dos ‘slabs’ comerciais são: 39 cm;

maior produtividade no cultivo
Camarão, cannabis, Cogumelo, Cultivos, Estufas, Flores, Florestal e mudas, Garden center, Hortaliças, Morango, Peixe, Pimentão, Plantas, Tomate, Zanatta

Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade.

Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade Com o passar dos anos, as mudanças climáticas tornam-se cada vez mais intensas, enquanto cresce o desejo por maior produtividade no cultivo, exigindo soluções mais eficientes e sustentáveis. Do ponto de vista da agricultura, estas alterações trazem prejuízos econômicos para os produtores. As plantas estão sofrendo com a incidência solar e apresentando sintomas de queimaduras, além de sintomas de perda de água, gerando desidratação. Deste modo, a melhor saída para proteger as plantas mais sensíveis das intempéries climáticas é o cultivo em estufas. O plantio em estufa representa um exemplo de cultivo em ambiente protegido, oferecendo um microclima adequado para o desenvolvimento da cultura. Muitas culturas apresentam resultados superiores, quando produzidas em estufas, principalmente hortaliças, legumes e frutos. Isto ocorre, principalmente, pelo fato de as estufas proporcionarem condições climáticas controladas, isolando as intempéries climáticas que podem vir a surgir. Opções O cultivo nas estufas pode ser em Vasos, Sistemas de hidroponia, ou o plantio diretamente no solo. Deste modo, pode ser um sistema simples ou pode-se fazer uso de mais tecnologias. As estufas podem ser pequenas, cobrindo apenas pequenos espaços ou bancadas, ou ainda podem cobrir grandes áreas. Sendo construídas em aço galvanizado, plásticos transparentes, sombrite, dentre outros materiais. As estruturas laterais podem ser movidas, como cortinas, a depender das condições climáticas, controlando as condições internas, bem como telas de sombrite podem ser utilizadas para controlar a luminosidade que chega às plantas. Quanto à estrutura, as estufas podem ser do tipo capela, sendo a estrutura semelhante à de um galpão ou aviário, apresentando duas abas de cobertura inclinadas, com altura mínima de três metros e espaço interno arejado. As estufas podem ainda ser do tipo arco, mais elaboradas, com teto abaulado, possibilitando um maior aproveitamento da luz. Neste exemplo, o custo de implantação é maior, mas em contrapartida traz maiores ganhos de produtividade, sendo assim, mais utilizadas. Orientação No geral, as estufas são construídas na orientação leste-oeste, para serem beneficiadas com a radiação solar. Assim, há menos problemas com sombreamento das vigas da estrutura. São construídas levando em consideração o sentido da direção dos ventos predominantes, nunca na direção perpendicular dos mesmos. No seu interior, sempre que possível, as plantas também devem ser organizadas na orientação leste-oeste. O cultivo protegido não envolve apenas a proteção das plantas contra os fatores do meio ambiente. Neste sistema há uma alteração em todo o mecanismo das plantas. É importante controlar as condições ambientais, mas permitir a entrada de sol e vento de maneira indireta. As plantas não podem sofrer alterações na sua fotossíntese por redução de luminosidade. Garantir um desempenho satisfatório na fotossíntese implica em ganhos diretos na produtividade. Além disso, a falta de ventilação pode acarretar em problemas fitossanitários. No interior das estufas, a temperatura é controlada por termômetros. Em casos de controle de temperaturas elevadas, em que há excesso de calor, pode-se realizar o controle por meio de telas de sombreamento, abertura das cortinas laterais, bem como podem ser acionados exautores ou outros sistema de refrigeração. Já nos dias mais frios e com pouca luminosidade, o problema pode ser solucionado fazendo uso de iluminação artificial e aquecedores. Em relação ao controle da umidade do ar, está diretamente relacionado com a prática de irrigação das plantas. A água consegue equilibrar a sensação térmica, e ao mesmo tempo mantém as plantas hidratadas. Além disso, podem ser utilizados ventiladores que liberam partículas de água para refrescar o ambiente e aumentar a umidade relativa. Sob controle O controle das condições climáticas precisa ser realizado de maneira correta, mantendo a temperatura e umidade adequadas para as plantas. É fundamental que o ambiente interior das estufas seja arejado e com uma boa circulação de ar para evitar problemas fitossanitários. Outro ponto importante é realizar a irrigação da forma correta, evitando molhamento foliar, para não criar um microclima adequado para os patógenos de plantas. A maioria das doenças é beneficiada em situações de umidade e temperatura elevada, onde há o abafamento das plantas. Nestes casos, o espaçamento entre plantas e entrelinhas é outro ponto fundamental. Vantagens As estufas apresentam também como vantagem a contenção da entrada de animais, pássaros, insetos-pragas e insetos vetores de doenças. A barreira física é um bom aliado, impedindo a entrada de organismos que vão causar prejuízos às plantas. As barreiras podem ainda atuar contendo esporos que são levados pelos ventos. Com isso, há uma redução da necessidade de aplicação de produtos fitossanitários. Em casos onde há infestação de doenças na parte aérea, recomenda-se realizar o descarte da parte aérea logo após o cultivo e desinfestar o local antes da instalação do próximo cultivo. Quando os problemas são com doenças no sistema radicular, ou pragas de solo, é recomendado o descarte do sistema radicular. Assim, há uma redução do inóculo inicial ou da praga e possibilita um melhor tratamento do solo antes de instalar a próxima cultura. Em relação às plantas daninhas, em cultivos protegidos os problemas são menores. O controle é efetuado logo que se constata o problema, gerando um banco de sementes menor, além do fato de que as sementes não são trazidas por ventos e animais. Controle de tripes na hidroponia. Manejo integrado controle eficiente de pragas e doenças em hidroponia. Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram.

estufa para morango
Morango, Cultivos, Estufas

Informe Técnico do Morango

Informe Técnico do Morango. Informe Técnico do Morango. No Brasil, a cultura do morango possui uma importância econômica representativa, distribuída em vários Estados, sendo os principais: Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. O Brasil totaliza uma área produtiva de 4.000 hectares, com produtividade média de 32 toneladas por hectare. Em média, volumes de recursos movimentados no Brasil são significativos. Se considerarmos um preço médio de venda de R$ 6,00 o quilo, o rendimento bruto por hectare fica em R$ 192 mil, com o Brasil movimentando um valor de R$ 768 milhões anualmente. Produção de morango pelo Brasil No Brasil, as características das áreas produtivas são extremamente diversificadas, mas podemos dividir em dois grupos. O grupo dos produtores empresariais, de vários portes, está localizado em regiões de clima favorável, que atingem individualmente ou em parcerias os principais centros consumidores. O grupo de pequenos produtores se localiza próximo a seus mercados consumidores, promovem uma venda direta e são denominados de sistema  ̈Distância Zero ̈. Geralmente são menos tecnificados, mas atingem mercados que os produtores empresariais não alcançam. Estas áreas do sistema  ̈Distância Zero ̈ são muito significativas no Brasil. Como exemplo está o Rio Grande do Sul, que possui em torno de 400 hectares de morango, sendo a área do sistema  ̈Distância Zero ̈ de 200 hectares, metade da área produtora. Oferta e demanda As duas principais regiões produtoras de morango, Minas Gerais e São Paulo, estão próximas das principais regiões consumidoras de morango, os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. As regiões produtoras têm variações significativas de época de colheita, conforme os seus microclimas e, principalmente, devido às variações das características varietais, principalmente as diferenciações de variedades de dias curtos (produção de inverno) ou dias neutros (produção o ano todo). Tecnologias a toda prova Em termos de tecnologia, EUA e Espanha, por possuírem a produção concentrada em poucas regiões, têm uma definição tecnológica bem fundamentada e eficiente para cada modelo produtivo. No Brasil, onde as áreas de produção são pulverizadas, não necessariamente respeitando as condições de climas adequadas, o manejo da cultura se torna excessivamente diversificado e pouco fundamentado. Tal fato faz variar extremamente a produtividade, de áreas de produção com 20 toneladas por hectare a produtividades em sistemas fora de solo, em regiões com clima adequado e empregando tecnologias adequadas, atingindo 80 toneladas por hectare. Mais produtividade Como forma de melhorarmos o desempenho da produção nacional, alguns critérios são passíveis de avaliação: Concentrar a produção em regiões com as melhores condições climáticas; Implantar estrutura de pós-colheita e transporte adequados para atingir os mercados-alvo; Desenvolver a estrutura básica, como estradas, principalmente asfaltadas, energia trifásica, disponibilidade de água, estimular a migração e treinamento de trabalhadores vocacionados, desenvolver orientação técnica especializada, estimular a infraestrutura de fornecimento de insumos, disponibilizar recursos financeiros, entre outros; Desenvolver tecnologias adaptadas a cada região e sistema de produção e, nesse caso, vários fatores devem ser analisados; Avaliar o regime de chuvas, que determinará a necessidade de cobertura plástica; Solos argilosos, que são menos indicados para a cultura do morango, com pouca disponibilidade trabalhadores vocacionados, pouca quantidade de áreas agricultáveis para fazer rotação de cultura, falta de insumos adequados para o manejo eficiente de controle de doenças de solo, entre outros, são fatores a serem avaliados para adotar a técnica de produção ̈fora de solo ̈; No caso de produção no solo, a utilização de mulching, fertirrigação por gotejamento, uma adequada calagem e correção de solo, de preferência adotando parte da adubação com liberação lenta, são fundamentais para a melhor resposta, independente da região produtora; No sistema ̈fora de solo ̈, a necessidade de uma orientação técnica especializada se torna mais evidente. A cobertura plástica é obrigatória. A utilização de calhas, calhas de isopor ou slabs também deve ser considerada. Os slabs ou calhas com plástico na parte superior irão promover a melhor conservação de água e redução de plantas invasoras. Já as calhas de isopor influenciarão a temperatura do substrato; A cobertura plástica em regiões com excesso de chuva, o sistema ̈fora de solo ̈ e as medidas de redução de infecção no solo permitem a utilização de agentes biológicos de forma altamente eficiente no controle fitossanitário, reduzindo ou eliminado a utilização de agroquímicos.   Inovações na produção de Morango Hidropônico A hidroponia é um dos segmentos agrícolas que teve maior desenvolvimento tecnológico, e a cultura do morango fora de solo acompanhou este desenvolvimento. Entretanto, toda a aplicação de tecnologia pode acarretar em aumento de investimento e, por consequência, aumento de custo. Por este motivo, deve fazer parte de uma estratégia econômica adequada a cada situação. Inovações Existem inovações em todos os segmentos da atividade produtiva, e na hidroponia são: tipos de infraestrutura, desde estufas com pé direito alto de aço galvanizado e ambiente climatizado, como estrutura de micro túnel elevado com sustentação de madeira; fertirrigação central utilizando injetores de adubo e controladores de rega com software que indica a situação atual e corrige a fertirrigação futura com sistema de mangueira gotejadora ou sistemas de espaguete. Há, ainda, novas variedades e vários tipos de mudas: raiz nua frigoconservada, tray plants frigoconservadas, raiz nua de muda fresca e tray plants de muda fresca. O setor ainda tem experimentado novas definições de quantidade, dimensões e tipos de substratos, além de inovações nas relações de nutriente adaptado a cada estado fisiológico (crescimento, maturação, etc.). Observa-se, atualmente, um maior conhecimento das condições climáticas e suas relações com a atividade produtiva. Nesse âmbito, surge ainda o controle biológico como a principal forma de tratamento fitossanitário. Todas estas são inovações recentes à disposição dos técnicos especializados do setor. A grande dificuldade não é apenas entender estes processos, mas adotar estratégias diferenciadas que irão proporcionar a melhor estrutura de planta e os melhores resultados econômicos e ambientais. Qual a tela ideal para cultivo de Morango? Para a escolha da tela que melhor se adapta às condições de produção do morango, é preciso entender alguns aspectos técnicos referentes ao clima. Dentro da estufa, os fatores relevantes são a temperatura, umidade relativa

Produção suspensa de morango em estufa.
Morango, Estufas, Zanatta

Produção suspensa de morango em estufa.

Produção suspensa de morango em estufa Produção suspensa de morango em estufa A produção suspensa de morango em ambiente protegido representa uma das maiores inovações da horticultura moderna. Esse sistema se consolidou como alternativa eficiente ao cultivo no solo, oferecendo melhor organização das atividades manuais, maior adensamento de plantas, redução significativa de doenças de solo e controle mais preciso da adubação e da irrigação. Benefícios da produção suspensa de morango Os ganhos de produtividade da mão de obra são expressivos na produção suspensa de morango. Enquanto no sistema tradicional no solo um colaborador consegue manejar cerca de 6.000 plantas, nos sistemas suspensos em prateleiras esse número pode chegar a 9.000 mudas, representando um aumento aproximado de 30% na eficiência operacional. A otimização do uso da área também é um dos principais diferenciais. No cultivo em solo, a densidade média é de aproximadamente cinco plantas por metro quadrado. Já na produção suspensa de morango, esse valor pode variar conforme o sistema adotado, sendo comum a utilização de 7,5 plantas por metro quadrado de área cultivada, incluindo os espaços entre estufas. Em sistemas mais tecnificados, é possível alcançar até 12,5 mudas por metro quadrado sem comprometer o desenvolvimento das plantas. Desafios fitossanitários No cultivo convencional em solo, um dos maiores desafios está relacionado às doenças de solo. Em áreas onde se mantém o cultivo por dois anos consecutivos, o índice de mortalidade de mudas pode ultrapassar 50% no segundo ciclo, fator que frequentemente inviabiliza a continuidade da produção. Na produção suspensa de morango, essa mortalidade é significativamente menor, uma vez que o cultivo ocorre em substrato, reduzindo o contato com patógenos do solo. Nesses sistemas, o encerramento do ciclo produtivo ocorre, em geral, pelo envelhecimento natural das mudas. Adaptação ao sistema suspenso A principal adaptação exigida do produtor que migra do sistema convencional para a produção suspensa de morango está relacionada ao manejo da fertirrigação e das soluções nutritivas. Enquanto no solo cada planta dispõe de um grande volume de terra, nos sistemas suspensos o volume de substrato por planta varia entre dois e dez litros. Quanto menor esse volume, menor deve ser o intervalo entre fertirrigações e maior a frequência de irrigação. Além disso, plantas maiores demandam intervalos menores e maior tempo de irrigação. Em sistemas com substrato, variações climáticas podem causar períodos de baixa umidade, exigindo ajustes rápidos no manejo hídrico. Também é comum ocorrer variação no consumo de água entre plantas, o que pode resultar no acúmulo de nutrientes no substrato. Dicas de manejo na produção suspensa de morango O monitoramento constante da condutividade elétrica (CE) é fundamental na produção suspensa de morango, tanto na solução de entrada quanto na drenagem. Valores de CE na drenagem superiores a 1,5 indicam a necessidade de aumentar o tempo de fertirrigação para elevar a porcentagem de drenagem, reduzindo a concentração de sais no substrato. Em períodos chuvosos ou com baixa incidência solar, recomenda-se aumentar o intervalo entre irrigações e reduzir o tempo de aplicação. Vale destacar que, nesse sistema, toda a irrigação deve ser realizada com solução nutritiva equilibrada, ajustada conforme o clima, o estágio fenológico da planta (crescimento, floração e frutificação) e a variedade cultivada. Viabilidade econômica Embora os sistemas suspensos em prateleiras apresentem um custo inicial de implantação mais elevado, o manejo tende a ser mais simples e eficiente ao longo do tempo. A produção suspensa de morango exige aprendizado técnico específico, principalmente relacionado ao cultivo em substrato e à fertirrigação por gotejamento — práticas muitas vezes desconhecidas por produtores tradicionais. Na fase inicial, a falta de conhecimento técnico levou alguns produtores a obterem resultados abaixo do potencial do sistema. No entanto, à medida que o domínio do manejo aumenta, os sistemas suspensos se consolidam como modelos preferenciais de produção, oferecendo maior estabilidade, produtividade e rentabilidade. É importante ressaltar que a capacitação deve ser contínua, pois as tecnologias aplicadas à produção suspensa de morango estão em constante evolução e ainda não atingiram todo o potencial produtivo possível. Fonte: Revista Campo e Negócio Confira outras materias referente a morango em nosso blog. Maior rentabilidade em cultivo de morango em ambiente protegido. 10 benefícios na produção de morango em estufas agrícolas

produção em estufa agrícola
Estufas, Camarão, cannabis, Hortaliças, Morango, Tomate, Zanatta

Produção em estufa agrícola, conhecendo essa vantajosa estrutura

Produção em estufa agrícola: conheça essa estrutura vantajosa. Produção em estufa agrícola: conheça essa estrutura vantajosa A produção em estufa agrícola consiste na utilização de estruturas projetadas para criar um ambiente protegido e controlado para o cultivo de diversas culturas. Essas estufas são cobertas, em sua maioria, por plástico filme transparente, que deve apresentar alta resistência e flexibilidade. O material mais utilizado é o polietileno de baixa densidade (PEBD), amplamente empregado por sua durabilidade e eficiência na transmissão de luz. A estrutura de sustentação das estufas agrícolas pode ser construída em diferentes materiais, como madeira, ferro ou concreto. No entanto, fatores como segurança, resistência e vida útil devem ser considerados. Uma das soluções mais eficientes é o uso de aço galvanizado a fogo, que garante maior durabilidade, podendo alcançar de 10 a 60 anos, dependendo das condições ambientais. Por isso, essa opção é amplamente recomendada para sistemas de produção em estufa agrícola. Inicialmente, as estufas agrícolas eram utilizadas principalmente em regiões de clima frio, com o objetivo de proteger as culturas contra baixas temperaturas. Com o avanço das tecnologias e do manejo agrícola, sua aplicação se expandiu, tornando a produção em estufa agrícola uma alternativa viável e vantajosa em diversas regiões e sistemas produtivos. Principais benefícios da produção em estufa agrícola Produtores que adotam a produção em estufa agrícola dificilmente retornam ao cultivo convencional a céu aberto, devido aos inúmeros benefícios proporcionados por esse sistema. As estufas oferecem proteção contra intempéries climáticas, como frentes frias, excesso de chuvas, granizo, ventos fortes e incidência direta da radiação solar, preservando a integridade e a qualidade das culturas. Outro grande diferencial da produção em estufa agrícola é a possibilidade de realizar colheitas ao longo de todo o ano. O controle da temperatura interna permite um fornecimento contínuo ao mercado, contribuindo para a estabilidade da produção e maior lucratividade ao produtor. A cobertura das estufas também reduz a entrada de pragas, especialmente insetos comuns em cultivos abertos, que podem causar danos às folhas e aos frutos. Com isso, há menor necessidade de intervenções químicas. Além disso, a produção em estufa agrícola acelera o ciclo das plantas devido ao ambiente mais estável e controlado, possibilitando maior número de safras ao longo do ano. O uso mais eficiente de recursos como água, nutrientes e fertilizantes também se destaca como um importante benefício. Modelos de estufas agrícolas As estufas agrícolas não são todas iguais. A evolução do conhecimento técnico permitiu o desenvolvimento de modelos específicos para diferentes tipos de cultivo, otimizando a produção em estufa agrícola conforme a necessidade do produtor. ZannaLeve – Estufa agrícola em arco oblongo, indicada para o cultivo protegido de hortaliças, morango, tomate, pimentão, flores, mudas e pesquisas. ZannaTrel – Estrutura com arco treliçado, permitindo vãos livres de até 10 metros sem colunas internas. MaxiVent – Modelo com ampla abertura superior, proporcionando excelente circulação de ar. Disponível nas versões: MaxiVent Padrão: abertura inclinada de até 1,50 m, indicada para diversas culturas. MaxiVent com cortinas: abertura de até 1,80 m, permitindo maior controle climático. ZannaShadow – Estrutura de telado com cobertura plana e tubos no perímetro, ideal para controle de radiação solar. ZannaVenlo – Estufa com cobertura em duas águas, podendo contar com treliça horizontal que possibilita grandes vãos livres. ZannaAcqua – Estruturas desenvolvidas para tanques circulares de menor dimensão, utilizadas em berçários e raceways, alcançando até 13 metros de diâmetro sem apoio central. Se restou alguma dúvida sobre qual modelo é mais adequado para sua produção em estufa agrícola, entre em contato para obter mais informações e definir a melhor solução para o seu cultivo. Em quais culturas utilizar a produção em estufa agrícola? Atualmente, a produção em estufa agrícola é amplamente utilizada em diferentes segmentos, contribuindo para maior eficiência e segurança produtiva. Entre as principais culturas, destacam-se: Hortaliças – Cultivo de hortaliças em estufas agrícolas Tomate – Principais vantagens do cultivo protegido do tomate Morango – 10 benefícios na produção de morango em estufas agrícolas Mudas de cana-de-açúcar – Uso de estufas na produção de mudas de cana-de-açúcar Mudas de citrus – Produção de mudas de Citrus em sistema hidropônico Cannabis – Produção de cannabis em estufas agrícolas Camarão – Cultivo de camarão longe do mar A produção em estufa agrícola também está diretamente relacionada à rastreabilidade, uma ferramenta essencial para garantir a segurança alimentar e a qualidade dos produtos cultivados. Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. Por. CampoeNegocio

estufa agricola
Cultivos, Estufas, Flores, Florestal e mudas, Hortaliças, Morango, Pimentão, Tomate, Zanatta

Estufa agrícola, condições favoráveis para cultivos diversos.

Estufa agrícola, condições favoráveis para cultivos diversos. Estufa agrícola, condições favoráveis para cultivos diversos. A estufa agrícola foi introduzida no Brasil nos anos 1980 pela Petroquímica Triunfo, com a intensão de difundir o uso do filme de polietileno de baixa densidade aditivado anti-UV. Esse filme tinha como principal qualidade a durabilidade, quando exposto ao sol. O aditivo permitia que ficasse exposto durante períodos de até quatro anos, desde que não houvesse outros danos físicos. O modelo de estufa inicial proposto para difusão do plástico foi construído com madeira, em sua maioria com toras de eucalipto, e com alguns caibros e ripas para fixação do filme plástico. A construção era simples e rústica, tendo sido bastante difundida pelos vários órgãos de extensão rural, especialmente na região sul do Brasil. Pretensões Com esses conhecimentos houve intensão de não chamar as estruturas de estufas, visto que o chamado ‘efeito estufa’ não ocorria, pois a cobertura de plástico é transparente em mais de 90% e a radiação de onda é longa (radiação que aquece o ar). Outras nomenclaturas foram tentadas, como ‘ambiente protegido’, porém, o nome estufa plástica se manteve forte e é utilizado até hoje. Apesar de não ter obtido sucesso com a redução do frio interno, muitos locais de pesquisa e produção verificaram que outras qualidades e benefícios a estrutura proporcionava, como redução de danos pelo vento, chuva ou granizo, aumento da taxa de crescimento vegetal (área foliar e altura de planta), características de sabor beneficiadas, além de outras vantagens. A evolução das estruturas Com o maior conhecimento dos benefícios, as recomendações de uso de estufas foram mudando, como por exemplo, a recomendação para a produção de tomates durante o período de maior preço de mercado que não era possível durante os períodos mais frios no Sul do Brasil. Verificou-se que o maior valor se encontrava em dois períodos. Para produção nessas épocas, o cultivo dentro das estufas facilitava atingir altas produtividades com duas épocas de cultivo. A dificuldade de produzir nessas épocas era devido a temperaturas baixas no Sul e temperaturas elevadas e com chuvas no Centro do Brasil. Outra característica favorável às estufas foi o cultivo de folhosas e de algumas espécies de hortaliças com ciclo mais longo, como pimentões coloridos e morango, e espécies de fruteiras suscetíveis a doenças, como framboesa e outras que não apresentavam qualidade adequada. Resultados de pesquisas Com as observações colhidas em vários locais do Brasil, salientou-se outros benefícios do uso de estufas para cultivo, além dos inicialmente propostos. O uso de estufas se difundiu em todo o nosso País e em quase todos os cultivos, devido aos benefícios alcançados pelos produtores. No Norte como protetor de chuvas, no Nordeste como redutor de radiação e ventos, no Centro como um protetor de condições adversas na produção de hortaliças, bem como no uso de produção fora do solo (vários tipos de hidroponia), como elemento isolante da precipitação nesses sistemas. Alguns trabalhos de pesquisa concluíram que a maior umidade relativa do ar, menor radiação solar e menor demanda atmosférica melhoram as condições hídricas da planta mostradas pelo maior potencial de água em seus tecidos, refletindo em maior área foliar e maior condutância estomática, características relacionadas às plantas de sombra, como aumento da vida útil das folhas em sua capacidade fotossintética. Benefícios garantidos Todas as características apresentadas demonstram que existe uma grande proteção da estufa sobre as plantas, determinando uma maior resistência a patógenos, o que, por sua vez, determina uma redução no potencial de infecção de várias doenças, facilitando o cultivo de várias culturas, inclusive a redução ou eliminação de agrotóxicos. O cultivo em estufas facilita o manejo das plantas, visando o controle de doenças, o que também permite ou amplia o uso de produtos alternativos não tóxicos ou de menor toxicidade para manejo de doenças. Esse benefício do uso de estufas talvez seja o maior dentre as várias facilidades proporcionadas pelo seu uso. Algumas culturas, como o morangueiro, que já não eram mais cultivadas em algumas regiões tradicionais do Sul do Brasil, foram modificadas com a possibilidade de cultivo fora do solo em ambientes protegidos, com estufas permitindo que a produção voltasse a ser tão ou mais importante. O cultivo orgânico Apesar de algumas normativas da produção orgânica ou natural não recomendarem o uso de plásticos, verificou-se que o cultivo orgânico cresceu com os benefícios das estufas, principalmente no controle de patógenos. Nem todas as doenças e pragas são eliminadas, porém, várias técnicas e acessórios indicados para uso nas estufas facilitam o controle dessas pragas, como ventilação forçada, uso de tela contra insetos indesejáveis, controle de irrigação, uso de cultivo em substratos artificiais, irrigação localizada, sombreamento e outros, com uso de automação de variáveis climáticas. O manejo de estufas pode ser desde o mais simples, com recomendações de evitar o molhamento das plantas e ventilar ao máximo, até manejos mais sofisticados em ambientes automatizados, controlando temperaturas, umidade relativa, CO 2, radiação solar ou complementação luminosa, etc. 5 dicas na escolha da estufa ideal Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. estufa agrícola | estufa agrícola estufa agrícola | estufa agrícola

Hortitec
Zanatta, Camarão, Cultivos, Estufas, Eventos, Flores, Florestal e mudas, Garden center, Hortaliças, Morango, Peixe, Pesquisa, Pimentão, Plantas, Tomate

Hortitec, a Zanatta Estufas esteve presente na feira 2019

Hortitec, a Zanatta Estufas esteve presente na ultima feira. Para ter uma noção da grandeza da feira, a área total de exposição foi de cerca de 30 mil m²! E nós da Zanatta fizemos questão de participar deste importante evento que valoriza o produtor e o aproxima das novidades e tecnologias emergentes para seu nicho de negócio, seja ele, flores, frutas, hortaliças ou florestais. Durante os três dias de evento nos das Zanatta Estufas, tivemos o prazer de atender centenas de produtores interessados em estufas de qualidade com o melhor custo-benefício. Além de poder encontrar parceiros, amigos e fornecedores a qual o contato pessoal é tão importante. Paralelo a feira teve o Painel Embrapa de Inovação & Negócios: Hortaliças & Sustentabilidade, transmitindo informação com debates entre grandes profissionais do setor, e o lançamento da Comissão Nacional do Tomate de Mesa, pelo IBRAHORT (Instituto Brasileiro de Horticultura). Essa comissão terá como objetivo representar os produtores e fortalecer a produção de tomate de mesa no País. A horticultura tem peso fundamental no desenvolvimento da economia do País e atinge em larga escala grande parte da população. Pois envolve diretamente alimentos do dia a dia dos brasileiros. E com isso, nós trabalhamos sério na elaboração de estufas e sistemas de automação para que o produtor consiga maximizar sua produção com cultivos mais intensivos e biosseguros. Foi um imenso prazer estar em mais uma Hortitec, fortalecendo a nossa marca entre os produtores deste grande setor. Obrigada a todos que vieram nos visitar ou fechar seu negócio. Para saber um pouco mais sobre a Hortitec clique aqui! Benefícios no cultivo de flores e plantas em estufas agrícolas!

produção de morango em estufas agrícolas
Cultivos, Estufas, Morango, Zanatta

10 benefícios na produção de morango em estufas agrícolas

10 benefícios na produção de morango em estufas agrícolas 10 benefícios na produção de morango em estufas agrícolas Você sabia que no Brasil os estados que mais produzem morango são São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais?  Pois é, e o cultivo do morango é um dos mais exigentes, uma vez que é uma planta muito sensível às variáveis ambientais.  Nesse sentido, os cultivos tradicionais têm migrado para modelos mais protegidos, que são os cultivos em estufas agrícolas. A produção de morango em estufas agrícolas oferece inúmeros benefícios, confira: Fornecimento do produto o ano todo Os melhores meses para colheita do morango é de agosto a dezembro. No entanto, com cultivo protegido é possível estender esse período. Maior ergonomia de trabalho O cultivo longe do solo, em bancadas, proporciona facilidade no manejo e na colheita dos frutos, uma vez que os funcionários não precisam trabalhar agachados. Rápido retorno de investimento O retorno do investimento é rápido, com boa rentabilidade quando o sistema é manejado corretamente. Microclima adequado Estufas agrícolas proporcionam um microclima que pode ser ajustado para se tornar o mais próximo do ideal para o cultivo de morangos. Por exemplo, a ventilação não pode ser totalmente quebrada pela estufa, pois irá acarretar em problemas fitossanitários. Efeito guarda-chuva Chuvas, ventos e granizos são vilões dos cultivos, podendo danificar os morangueiros e reduzir seu crescimento.  A estufa protege os morangos destas intempéries através da cobertura plástica, anulando as perdas por esses agentes. Sem rotação de culturas Diferente do cultivo tradicional, com uso do solo, no cultivo em sistemas protegidos não há necessidade dessa prática, otimizando o uso da área para cultivo de morangos. Mais qualidade Morangos maiores e de melhor qualidade são obtidos em sistemas protegidos, aumentando o tempo de prateleira do produto. Melhor uso da área O cultivo de morango em estufa pode ser de modo vertical ou horizontal. Em especial no modo verticalé possível inserir duas a três vezes mais plantas por área. Alimento limpo O sistema de cultivo facilita a adoção de princípios de segurança dos alimentos, possibilitando maior aceitação dos morangos pelos consumidores. Menos agrotóxicos A estufa reduz o risco de pragas e doenças no cultivo, assim, o uso de agrotóxicos pode ser reduzido ou até mesmo dispensado com boas práticas de manejo. O mercado está sempre em alta para essa fruta, que traz inúmeros benefícios para a saúde.  Assim, vale apostar na produção de morango em estufas agrícolas, em virtude deste ser o melhor ambiente para ter os melhores resultados. Contudo, é preciso escolher o modelo de estufa correto e para isso nós te ajudamos.  A Zanatta possui dois modelos de estufas agrícolas adequadas para o cultivo de morango.  Clique para conhecê-los:  ZannaLeve e ZannaTrel. Para dúvidas e orçamento entre em contato conosco, possuímos representantes em diversas regiões do Brasil para melhor lhe atender. Confira também outras noticias do nosso blog como: Maior rentabilidade em cultivo de morango em ambiente protegido. Siga-nos em nossas mídias socias: Loja Online | Facebook | Instagram.